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    TUDO VALE A PENA

                   TUDO   VALE   A   PENA

                                   Foto-Solitário-Autor:Prof.Rodolfo Gaspari

                              Tudo em nossa vida tem um motivo, uma razão de ser, nada acontece por acaso, por isso tudo sempre ¨VALE A PENA¨

     

    Mesmo as coisas que nos fazem sofrer, elas nos impulsionam a crescer e consequentemente não cometermos o mesmo erro.  Os nossos problemas, estes também fazem parte da nossa escala do crescimento, da maturidade.  O sofrimento só espelha conhecimento, aprendizado e por isso ele é às vezes essencial em nossa vida...

    Quando não existe mais o que ser resolvido em sua vida, você viverá para que?  A vida é um constante impasse, sempre existirão pedras em nossos caminhos, e sempre teremos que batalhar para sermos capazes de retirá-las.

                                                                                                                           

    Quando agimos com o coração temos uma probabiidade maior de errarmos, nos arrependermos, ficamos magoados, mas mesmo assim acredito que é válido.  Eu aprendi que é muito melhor se arrepender de algo que tivemos coragem de realizar do que chorar a vida inteira por nunca ter tentado.  Minha ansiedade parte desta teoria que adquiri para minha vida.

              

    Devemos dizer sempre o que temos vontade, agirmos da maneira que julgamos correta, mas com muita empatia, valorizando aquilo que somos, conquistamos e o que temos a oferecer.

    Nunca permita que alguém humilhe você, mas permita que lhe corrijam, colaborem para o seu crescimento.  Por isso trabalhe para conseguir distinguir “humilhar, ensinar e corrigir”.

                                                    

    Não leve tudo ao pé da letra, você tem momentos tumultuados dentro de você e as outras pessoas também são assim, “empatia”, essa é a palavra chave para sua vida.

                              

    Ninguém é dono da razão absoluta, um não é melhor ou mais capaz que o outro, mas se existir união, com certeza existirá uma teoria correta, porque ela foi elaborada através de várias concepções distintas, porém, não é isolada, individual. Ela foi estudada. Se esta união não existe, a crie, una-se a idéia das outras, pessoas, mesmo que lhe pareça que suas idéias não têm importância, porque isso é mera impressão. Você sempre terá a sua concepção e ela fará parte da teoria final.  Isso nunca vai lhe diminuir, muito pelo contrário: vai lhe agradecer. Pense nisso!

                                                                                                                                           

    Cada pessoa tem um grau de importância em nossa vida, algumas permanecem ao nosso lado por muito tempo, outras passam rapidamente, se fazem importantes e seguem seu caminho, deixando saudade e algo que nos acrescentou. E o tempo não mede tamanho da importância que cada um atinge dentro de nós.  Alguém pode viver ao nosso lado durante anos e não conseguir ser tão presente como lembranças que guardamos.

    Dou as minhas mãos, comungando meu pleno objetivo: conduzir o respeito, humildade e transparência.

    Sempre seremos “únicos” na parcela daqueles que buscam como salvação uma folha que é levada pelas correntezas mansas dos seus naufrágios. 

                                                                            

                                Autor: Prof. RODOLFO  ANTONIO  DE  GASPARI     

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 16h45
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    O INFINITO DE VOCÊ

                   O  INFINITO  DE  VOCÊ

                           

      Era uma noite bem escura e sem estrelas. Você caminhava sozinho dentro da escuridão.

      Não havia casas e nem paisagem, somente uma estrada reta, infinitamente reta, que se perdia    ALÉM...muito ALÉM!

      Eu sofria demais por saber que o perdia para todo sempre, e, gritava para que não fosse assim.  Mas você não ouvia.  Seus passos, já tinham ressonância em outros horizontes... que não eram os meus!

      Seus passos marcavam um triste compasso, quais folhas caindo no tapete de uma apagada e insensível primavera que jamais floresceria de novo.

                  

      Amargurado eu sofria, pois, sabia que o perdia e nunca mais ouviria sua voz, sua presença e ternura.  Infelizmente tentei com as pontas dos dedos afastar o negrume da noite, na esperança vaga de que, uma nesga do luar atravessasse seu caminho, para que, pudesse junto de você, UMA NOVA CHANCE DE LUZ.

                                                            

      Meus esforços, porém, foram humanos demais, aquilo era coisa para os DEUSES, para os imagináveis DUENDES DA NOITE.

      Nada consegui!  Em minha completa cegueira, senti que o perdia, e agora, no raiar da aurora, residia um fiapo da minha fraca esperança, pois, o sol logo surgiria e tudo terminaria.

                                                                                                                              

      Mas não foi assim!  Agora, você era um pequenino ponto na amplitude daquele nada que me envolvia, brutal e aterrador.

      Você desapareceu DENTRO DO INFINITO...

      Compreendia agora, tarde demais, o que você carregava o PRÓPRIO INFINITO DENTRO DE SI, deixando-me a certeza das minhas nulidades, INFINTAS TAMBÉM!

      

      Quedei-me inerte, mudo com as palavras que não puderam ser pronunciadas.

     

      A madrugada rósea teimava em permanecer em mim, mas agora destroçado como um barco jogado longe pela fúria do vendaval, sentia que somente a brisa poderia dar-me consolo... contando coisas antigas do ALÉM...MUITO ALÉM...LA DO INFINITO...QUE ERA VOCÊ!

                                             

                                               Autor: Prof. RODOLFO ANTONIO DE GASPARI

     

     

     

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 15h56
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    CAMINHANDO

          C A M I N H A N D O

                                     

                Passos lentos, andar incessante, interior indagador, amontoo  de questionamentos, buscas de resoluções, conviveres analisados, saídas  buscantes, estradas... estradas... caminhos pela frente, trilhar em agonia, caminhos ou trilhos nos atalhos da vida? CAMINHANDO vai o pensador, o idealista, o analista, o descobridor, o trabalhador até o vadio, o ansioso, o extravagante, o viciado, o vaidoso! CAMINHANDO encontramos o preguiçoso ocioso; o desamparado desesperado; o faminto pedinte indigente; a criança abandonada dos lares caídos; os traídos conjugais; a falência desvinculada dos entes familiares; a rivalidade das massas humanas; a queda do íntimo e pessoal; a conduta do racionalismo à decadência  do racismo; o aclamo como solicitude do desencontrado; a vivência da aparência do status; o desempregado saturado pelas áreas do trabalho; a fome quando restos de alimentos jogados se espalham pelos lixos; o ignorante inculto pela ausência da escolaridade; a devassidão do natural à mobilização para a preservação; o homicida dos antros negativos da perseguição; a abundância para muitos ao nada para os míseros; o vegetativo sem o programar de um amanhã; as pestes contaminadoras como extermínio dos seres vivos... CAMINHANDO pelos caminhos, outrora num pretérito historiado pelos registros, como utilidade dos aprendizes do presente à  evolução como desenvolvimento, da tecnologia geral de toda humanidade que se estende; dos avanços às descobertas pela criatividade como capacitação pessoal; do surgimento como inovações ao consumismo; da posse prejudicial do oportunismo; muitos passantes para pouco ficantes na  essência dos sadios relacionamentos.  Vive-se CAMINHANDO, sinônimo de buscas pelos encontros aos desencontros da comunicabilidade, vivência, vida, acalanto, alma, companheirismo, dignidade, ação, pontos em comum; sofre-se, vagueia, ilustram o pouco do belo existente, poucas luzes, poucas mãos unidas; ínfimo calor como energia da reciprocidade; ocultos benfeitores omitem os seus valores.  Se perde pelo caminho, surgem somente atalhos do CAMINHANDO, trilhos minúsculos dos sensíveis da alma, poucos descrevem espaços floridos, o cheiro da flor, a magnitude do céu pintado por estrelas em belas noites de luar; do cantar do pássaro livre com a leveza do seu voo entre leve plumagem de coloridas penas; das correntezas das águas, do oceano entre os mares; verdejantes bosques junto das variadas espécies comungadas; olham-se os montes entre colinas, vales primaveris, montanhas escaladas pela imaginação; da aurora na promessa do aquecimento da escaldante luminosidade da estrela sol; vem o crepúsculo no abraço da noite silenciosa, convite para o refazimento, reflexão, sonho, ilusão, desejos... Por mais e mais caminhos vem à alma, o etéreo,  o sentimento, envolvimento, conscientização, a própria existência da igualdade mesmo ao extremo dos rótulos críticos dos imperfeitos, injustos; vêm os poucos compreendidos, menos integrados na valorização como fator de progresso. Na medida sofrida das pedras do caminho, não mais CAMINHANDO, pouco retribuído, recua-se para si mesmo o pobre analista do seu próprio caminho, ele dorme caído, recolhido nas entranhas do mundo sem caminho.

                                             

    Autor: Prof. RODOLFO ANTONIO DE GASPARI



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 15h01
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    SENSIBILIDADE

     

     

                      S E N S I B I L I D A D E

                        

    A NATUREZA, junto à minha SENSIBILIDADE tem contribuído nos mínimos detalhes. Por onde passo observo, fotografo na mente; é uma "terapia", um convite para observar o TODO UNIVERSAL, dos seres vivos ou não.

     

    Em tudo há um ASSUNTO, um TÍTULO, refletido do fundo d’alma como forma de expressar aquilo que muitas vezes passa  por despercebido.

     

    Os RECURSOS NATURAIS têm tudo para oferecer. Ele pode ser explorado com equilíbrio, sem extermínio. É um quadro vivo, um enfeite que permanece de geração a geração na sua magnitude. Portanto, muitas vezes, trocamos hábitos, costumes para ir ao encontro da magistratura da NATUREZA. É uma energia forte, transportando em cada instante em sonhos emanados por forças estranhas, porém, verídicas desse encanto que ainda podemos estar bem perto.

     

    Há momentos que me choco, compartilho com a MÃE NATUREZA. A devastação tem sido a destruição pelo avanço do progresso. Ele vai tornando o HOMEM insensível demais, cego, distante, esquecido de que ainda o BELO existe. E, o poeta, romancista, o artista, o ecologista, o preservador... choram no silêncio.

     

    Não é fácil explorar todos os espaços naturais. Nossa caminhada até eles é uma solicitação como opção de registros marcantes como forma de transformações e mutações. Contemplando a NATUREZA buscamos CONTEÚDOS que ela nos dita fortemente. Basta olharmos mais além de nós e usufruir o que realmente existe.

     

    Assim, de passo a passo, de peregrinação a peregrinação em contato com o NATURAL, vamos salvando na mente sensível, fixando como FOTOS, um resultado pessoal muito satisfatório, atingindo plenamente os objetivos propostos: AVALIAR A PLENITUDE DA NATUREZA. Muito importante transmitir o que cada um possui de útil e construtivo dentro de si.

     

    Com o objetivo de despertar em cada indivíduo a comunhão dele com toda ENERGIA oferecida gratuitamente pela NATUREZA,  que mostra, estampa, registra... um grande INFINITO DE BELEZAS E SUTILIDADES; tudo isso, estará eminentemente na frente dele. É uma proposta simples, humana, preservativa de todo e qualquer ser submetido naturalmente pela SENSIBILIDADE. 

                                                        

                              Autor: Prof. RODOLFO ANTONIO DE GASPARI

     

     

     

     

     

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 15h35
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    ÚNICOS

     

                                        Ú  N  I  C  O  S

           Deparados estamos num complexo da própria razão da existência.  As insatisfações são adicionadas à evolução dos tempos.  Transferimos em cada canto, arredores que subtraem insensíveis maneiras de um bem-viver e crescer.

    Ultimamos na precipitação, atitudes, gestos, comportamentos incabíveis do nosso próprio desconhecimento de atos.  Fatos não registram porque a razão está em como vivemos nessa conduta complexa.

    Retiramos do interior do eu, aquilo do certo ou errado, entretanto somos assumidos à infelicidade.  Momentos apenas nos segundos, das nossas horas, e no negrume da noite repousamos com a solidão, imperfeita resistência às fraquezas.

                DEIXAMOS  ESQUECIDO  O BELO  EXISTENTE  EM  NÓS!

                Somos incapazes de compreender um pretérito para  o cotidiano presente das realidades. Lá um dia, como um sonhador, ao observador, numa postura tocamos na tenra dormência de que a natureza deixa as folhas para o oxigênio, exemplo da impureza, para a vida do ar que respiramos, ela troca carbono com o ar puro; que os galhos são dos pássaros nos seus ninhos e minúsculos insetos num trampolim de movimentos  sóbrios; vimos o nascente do sol para que a luz se apague para o noturno que se vem. ASSIM SOMOS COMPARADOS! É um círculo em forma de sistema cooperativo, tanto o quanto geramos os porquês à salvação do próprio bem-querer e crescer. Somente colhemos para concluirmos que nada somos enquanto outrem avalia a beleza que um dia tivemos a oportunidade de adquiri-la.

                O toque sublime de afáveis palavras ao aconchego da alma tocada pelo coração, é a dádiva de uma salvação transformada numa libertação.  De passo a passo, vamos edificando os momentos, gerando mutações numa falecida lembrança: - NUNCA  NINGUÉM  NOS  AMOU! O dilúvio da solidão é o resultado: -SOU ASSIM!... Nunca poderei SER DE  OUTRA  MANEIRA! Sofremos pelas mudanças, elas pequenas quando   perdemos um ente querido, porque tudo chega, se aporta, mas parte.  Desequilíbrios, vícios, fugas incabíveis são dos fracos!  Recolhemos para dentro de nós, uma falência múltipla de pensamentos, fantasias negativas, agressividades; desconsolo ao desconforto. Bem dizem os sábios: -

                A SABEDORIA DA IGNORÂNCIA É A CADÊNCIA DOS CASTELOS  MAL  EDIFICADOS.

                Nunca perdemos quando depois concluímos:

                - NÃO  FUI  PRESENTEADO  PELO  DOM  DO  AMOR!

               O verdadeiro prazer é se doar, e receber, muito mais.  Rodeados por muitos, mas sozinho dentro de si mesmo.  De repente uma palavra trocada com brandura, olhos nos olhos é o resultado oculto, do rico existido dentro de nós.  Na cronologia da vida se faz de patente mental o que realmente somos: afins de afagos, dádivas, afinidade, respeito, compreensão, reconhecimento...  Nessa somatória  vem paulatinamente o AMOR, mesmo ele, no âmbito UNIVERSAL.  O diálogo, o trabalho, a amizade, a família são PARTÍCULAS DO AMOR.  Acariciamos para que sejam supridas as carências pelo perfeito racional que somos. 

                A bala perfura o peito quando atingido pela infidelidade onde respondemos pelos gestos indevidos e comportamentais.  E, vamos caminhando esquecidos, que o ódio precisa ser abolido, se ausentar dos fracos para que os fortes amem com intensidade.

                Uma necessidade grande de admirar o semblante daquele que lhe quer fazer feliz.  Fujamos dos rodeios viciosos com o uso da matéria que o corpo enfraquecido se entrega. Sempre trabalhar com a alma, porque dela soa a verdadeira plenitude da sustentação das mudanças da nossa vida.

                Solicitados estamos para aclamar:

                -VENHA  A  MIM  PORQUE    HABITO  EM  VOCÊ!

               A bagagem da esperança  é o reconhecimento de quem nos vê pelo interior que temos.  Sorrindo com as lágrimas é o sinal da emoção dos dias que ainda virão ao seu encontro. OS  EMOTIVOS  COLHEM  DA  TEMPESTADE  A  BONANÇA!

               Vejamos... e colheremos  relíquias daquele que nos quer...

               ESVAZIAR  OS  RUMOS  NEGATIVOS  SÃO  PREVISÕES DAS  ENZIMAS  DA  FELICIDADE  HABITADA  EM  NÓS!

               Olhemos  para todos os lados, ALGUÉM  NOS  AMA no mais infinito da nossa razão.

               Somente assim seremos úteis e ÚNÍCOS em cada situação como gotas que caem entre raios de luz no nevoeiro dos nossos fracassos e imperfeições.

     

     

       Autor: Prof. RODOLFO ANTONIO DE GASPARI

     

               

     

            

     

               

     

               



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 15h22
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    HISTORIADOR

     

                 H I S TO R I A D O R

                      

    Na essência da sabedoria, observação, trabalho, pesquisa, esforços, capacitação... até muita simplicidade está a figura do valioso figurante HISTORIADOR. Ele, a brandura do puro realismo, preso ao elevado idealismo dos seus relatos, contos e historias.

    Nos núcleos interioranos é um verdadeiro amigo da convivência dos mais variados antros, um convite típico de um caminhante, que vagueia pelas estradas de sua vida, e do todo ao seu redor. Ao acalanto noturno são os amontôo de registros para o porvir, porque de fato, de conto em conto é uma importante matéria para as suas verídicas criações. E, na dificuldade de  enumerações e combinações que faz de suas  histórias, as estórias de uma época ou do próprio momento. Ele  é um verdadeiro escritor, um autodidata, porém uma inteligentíssima figura humana, porque é o colaborador do passado e do contemporâneo. Sua existência marcante fica nos anais da história permanente dos povos e núcleos populares. De banco em banco, de caminhada a caminhada vai o HISTORIADOR, aquele que busca no remoto oficial, os mais antigos documentos para as argumentações do verídico dos acontecimentos. É o responsável pelas indicações dos nomes ilustres, com biografias completas, de personagens que no pretérito deixaram as suas marcas de elevada participação de uma coletividade. Sim, os grandes patronos dos logradouros públicos ou estabelecimentos oficiais são devidos ao ilustre HISTORIADOR. E, não há uma comunidade sem o seu HISTORIADOR! Ele é o enviado pela paciência, ligada a um DOM elogiável e aplausível. Colaborador primeiro, de colunas marcantes dos jornais, aquele que traz à tona fatos e acontecimentos esquecidos pelo tempo e que as novas gerações fazem a história do passado. Na sua humildade, certeza, confiança, todos confiam nele; é uma ilustríssima personalidade. Se, de recortes dos velhos exemplares, entre livros e jornais, não bastam... ele convence por fotos mais antigas possíveis. É também, sem nenhum dote um colecionador. Os seus valores são polivalentes, uma multiplicidade infinita de préstimos e organização. É um perfeito ser metódico dos seus arquivos e catalogações. Há o HISTORIADOR dos bancos das praças, esse o orador, o contador de fatos, mas que exprime dotes de memorização dos tempos e séculos. Na antiguidade, faziam parte dos grandes intelectuais, os doutores dos acontecimentos mais elevados da ciência física e humana. Os mais cotados da história geral protegeram-se no servir do aprimoramento dos grandes homens, os quais marcaram época das descobertas e avanços com a chegada de cada geração do tempo e espaço. O verdadeiro HISTORIADOR não se inclui em "cada conto um conto” (de mudanças ou transformações). A autenticidade lhe é uma virtuosa companheira. Há quem relata que cada indivíduo é um HISTORIADOR, porque cada vida é uma história à parte, de cada meio de sua própria convivência. Porém, os meios, como fontes de registros não se equiparam à sabedoria do verdadeiro, nato HISTORIADOR.  As grandes catástrofes, os fatos mais pitorescos, como os negativos são cunhos de elos, como patrimônio de conteúdos vastos, objetivando cadência, combinações, comparações e lógicas imaginárias e admiráveis por parte daqueles que ouvem os fatos e acontecimentos de um narrador de histórias.  Ele é um dominante, um grande falador, um fortíssimo comunicador de massa, um muitíssimo procurado, até um conselheiro, pelas deduções do antes para o agora... porque ele faz a própria história da Humanidade. Nunca será esquecido; sua memória é exemplo marcante, edificador de tempos, precursor de importantes  documentos, memoriais dignificados e arrebanhados em centros culturais, educativos ou em museus históricos. E, numa inversão à qualificação valiosa ele, o HISTORIADOR, ganha o seu pouso em qualificados destaques como patrono dos mais edificantes meios comunitários. Sua vida foi uma obra, também uma história dos seus passos marcantes, contidos de suas experiências, vivências e convivências entre as povoações. Ele cria o hábito de escrever, mesmo na distância de ser um escritor eminente, porque descrever  os fatos da história é a simplicidade de como ela realmente acontece no decorrer do tempo e na vida de cada HISTORIADOR. É o participador da luta, efeito sublime da verdade para a colaboração dos seus próprios alheios, distintos de idade e vivência. Labutador, sem ser um profissional, viaja um dia à eternidade, muitas vezes, sem nenhum reconhecimento, esquecido, desvalorizado, solitário, embora sempre ouvido, mas depois no triste  esquecimento pelos seus préstimos e valores. Voltando para uma síntese do todo existente sabemos que em cada página de um escritor ou autor há a interpretação da veracidade de quem pesquisou, colheu e espalhou os bons frutos de uma história e descobertas. E, um HISTORIADOR, é um "LIVRO AMBULAANTE", um ser digno de recompensas, mesmo que for por simples memória, porque ele faz e fará sempre o seu papel da LUZ DA HISTÓRIA na sua eminente e elogiada figura como um FIGURANTE  HISTORIADOR!

                                                               

    Autor: Prof.   RODOLFO   ANTONIO   DE   GASPARI 



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 11h12
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    PROFESSOR

                                             

                                  P  R  O  F  E  S  S  O  R

                         

          O dom, a representatividade, a importância, a sabedoria, a capacidade, a paciência, a tolerância... são poucos dos predicativos cabíveis que consolidam vocacionalmente tudo quanto o PROFESSOR se faz dedicar nos passos da sua jornada.

     

             Conscientizado com as múltiplas barreiras, dificuldades, recursos, estratégias, metodologias... o professor no seu campo de atuação é comparado com a luz pela qual irradia por sua capacitação infinitos aprendizes, como homens do futuro.

     

             Compensado, válido, mesmo insatisfeito, o professor jamais abandona pelo caminho os seus ideais direcionados à vocação do grupo dos seus alunados.

     

             Comparado ao batalhador, ele enobrece a cultura de um povo, tradições e resgata valores do pretérito ao contemporâneo.

     

             O professor acalanta num ninho, desde a tenra idade, criaturas humanas e paulatinamente vai moldando-as no seu vôo sublime de "ser alguém" em dias distantes. Sabemos que ele desenvolve hábitos, atitudes, comportamentos. São lemas essenciais de um PROFESSOR.  Ele é um sonhador considerado nos versos de uma prosa, porque ele faz, cria, divulga histórias de vultos, que passaram pelos bancos das suas turmas. E, quem é que, não se recorda de um PROFESSOR, ele pluralidade de marcos e procedimentos.  É o espelho no desenvolvimento do conhecimento. Quantos são os alunos que se espelham no seu PROFESSOR! Quantos PROFESSORES divulgam sábios,  doutores ou humildes talentos, proclamam: -Esse foi o meu aluno!

     

             Numa reciclagem de épocas a valorização do PROFESSOR é a alma dos registros de uma toda humanidade.

     

             Merecidos de aplausos, inúmeras descrições do valor de ser um educador (a), aqui estamos transcorrendo o DIA DO PROFESSOR 2008. Data que sem nenhuma hierarquia estamos presentes procurando presentear com o pouco do muito, que gostaríamos de transmitir nesse dia festivo.

     

             Palavras seriam muitas para mostrar o papel inteligente de um PROFESSOR à sua sociedade.

     

    Portanto, aproveitamos para agradecer a todos os PROFESSORES. Certificado está que transcorridos oito anos, se fizeram presentes, participativos, conscientes, dando as suas sugestões, valorizando as nossas; enfim, um conjunto de feitos e eventos, que juntos estivemos na edificação educativa, porque nossas escolas é uma estória na história de uma comunidade junto aos nossos órgãos públicos, que também os valorizam muito.

     

             As palavras perdem o sentido quando elas buscam toda alegria, felicidade e paz, que a todos vocês PROFESSORES almejamos.

             Parabéns PROFESSOR, pelo seu dia!

                                               

                                    Equipe do Departamento de Educação

                                    Prefeitura Municipal de Mococa-SP-

     

                                                  

    Artigo Publicado no Semanário - ' A MOCOCA" -Página 12 -Mococa-SP- na data de 11 de outubro de 2008.

    Autor do texto: Prof. Rodolfo Antonio de Gaspari

                                                  

     

     

            

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 10h58
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    DE REPENTE

        D E      R E P E N T E  

     

            DE REPENTE... nessa tarde, vagueio pelo pensamento você em mim. Sintomas de vida solitária, mesmo fazendo-se presente entre tantas outros caminhantes que se prende pelo fraternalismo.

            DE REPENTE... não nos basta a fraternidade dos nossos convíveres, quando temos ainda nas resinas do interior as grandes descobertas do sentimento.

            DE REPENTE... nos olhos como brilho das estrelas você gravita em mim, nessa constelação da esperança.

            DE REPENTE... nos encargos da sua existência, a responsabilidade da afinidade à sinceridade da transparência.

            DE REPENTE... sem os olhos presentes, um adquirir de enzimas solidárias aos desejos de amar e voltar a viver.

            DE REPENTE... na discrição de palavras os seus gestos no diálogo entre fones, quando pude encontrá-lo nos caminhos, não de fugas e sim de reencontro.

            DE REPENTE... na carência de carinhos você bate à minha porta, um transmitir de segurança mesmo num vazio sem você.

            DE REPENTE... na aurora brilhante o raiar dos olhos da sua alma em mim.

            DE REPENTE... nos trilhos do cotidiano os minutos das suas horas voltadas no meu "eu".

            DE REPENTE... o brotar sem conviver numa sofrida, deprimente distância, o elo que existimos na tentativa de um enlace de dois em um.

            DE REPENTE... na discriminação, o réu das imperfeições, do devaneio nos passos firmes a caminho da vitória do amor.

            DE REPENTE... sua generosidade, do porquê você chegou, apalpou, deixou marcas nessas raízes dos momentos somente no afago de estar sozinho.

            DE REPENTE... a saudade na recordação do seu passado trocado ele por mim e eu por você.

            DE REPENTE... o saber esperar na paciência do tudo ainda do nada concretizado em nós.

            DE REPENTE... nas palavras, os fatos diginificados pela razão ou escolha por sermos asssim: afetuosos, trovadores dos toques do coração ao aconchego da alma.

            DE REPENTE... um sonhador sem almejos por não acordar, pairar no sonho dos teus afetos.

            DE REPENTE... um dia poder nas trocas do pensamento, avaliar que valeu a pena conhecê-lo.

            DE REPENTE... a vida renascida para você, na brandura do muito comum, sofrido, existido em nós.

            DE REPENTE... no desânimo, a consciência do realmente presente na fonte da sua correnteza de energia.

            DE REPENTE... querer acreditar num amor à primeira vista como luz vinda da direção leste.

            DE REPENTE... nos versos de uma prosa a poesia que me fez de inspiração.

            DE REPENTE... na sensibilidade de um mensageiro levando consolo e semeando sentimento no coração.

            DE REPENTE... você chegou... aportou... balançou... estremeceu... edificou o meu viver!

            DE REPENTE... DE REPENTE... DE REPENTE... VOCÊ ESTÁ EM MIM!!!...

     

                                       

     

    ApaixonadoAUTOR: Prof. Rodolfo Antonio de Gaspari Apaixonado



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 11h39
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    INTERIORIZAÇÃO

     

    INTERIORIZAÇÃO

     

    No vago da mente, nas profundezas da alma, do intelecto, da criatividade e na consciência exercida pela própria personalidade, INTERIOZA OU MENTALIZA-SE uma bagagem rica de fatos e acontecimentos.

    A dor na sensibilidade é a razão firme das formas de expressão do comportamento.Com vergonha

    Com vergonhaA INTERIORIZAÇÃO é o arquivo de múltiplos e elevados acontecimentos na omissão do cotidiano. Quantas minúcias ficam em nosso subconsciente, talvez nunca vindo à baila da EXTERIORIZAÇÃO dos nossos registros!

    As mágoas e discórdias generalizadas no conviver aceleram-se e quase patologicamente agravam no mecanismo físico material a sua gravidade.Com vergonha

    As indiferenças mútuas nos gestos e atitudes baixas evoluem-se e criam meios devastadores de discórdias.

    E, a INTERIORIZAÇÃO se afinca nos compromissos do equilíbrio, na sensatez de se agir adequadamente na vivência dos problemas ou até concórdias.Com vergonha

    Com vergonhaNo exercício da prática de se exercer a vida concomitantemente aos fatos decorridos surge a experiência adquirida às soluções.

    INTERIORIZANDO com adequação no meio da convivência recolheremos histórias remotas ou contemporâneas válidas para o aprimoramento do exemplo da sadia captação de bons fiéis ideais de vida.Com vergonha

    A forma feliz de se INTERIORIZAR o global ao nosso é a facilidade de se emitir no exterior a bagagem existida no interior.

    Com vergonhaA história vivenciada na HUMANIDADE nada mais é do que o centro da observação e participação expressa pela INTERIORIZAÇÃO. Se assim não fosse, não teríamos o avanço da tecnologia para o melhoramento da própria existência: descobertas científicas, informática, meios de comunicação e transporte avançados, métodos avançados de cura às enfermidades e para os seus combates.

    A sociabilização às transformações do comportamento deixaria de ser aceitos e assumidos, um mundo de debates e escolaridade mais promissora às atitudes.

    Todos os fatos e ocorrências INTERIORIZADAS, sem a lógica da EXTERIORIZAÇÃO evitariam as mudanças para o aperfeiçoamento do universo contido nos povos. Os grandes poetas, cientistas, escritores e intelectuais vagariam sem ênfase e ilusão da vida.Com vergonha

    Com vergonhaOs indivíduos INTERIORIZAM INFINITOS FATOS no dia a dia, até pela inconsciência do sono trazido pelo cansaço nos passos e rastros.

    Da observação vem os registros da INTERIORIZAÇÃO, muitas vezes guardados na perspicácia provocada pela discriminação e ausência do realismo traduzida por grandes ignorâncias.Com vergonha

    Se buscamos os astros no poderio da natureza é o senso de se INTERIORIZAR o mais inexplorado possível e sim, os seus efeitos pela razão. Porque o dia espera a sua noite; a seca pela abundante chuva; as lágrimas pelos sorrisos: as sementes pelos frutos; o oxigênio pela vida que respiramos...

    A INTERIOZAÇÃO na sua complexidade vai buscando ao longínquo das gerações, décadas e milênios, uma infinidade de descobertas e adaptações do cosmo existente e aos que ainda advirão surgir.Com vergonha

    Na criatividade aguçada e de dons ou não, a INTERIORIZAÇÃO é uma manifestação numa pureza infinita de valores voltados ao mais elevado sentimento de um interior vasto, emanando fortalezas quase indescritíveis.Com vergonha

    Aos dogmas filosóficos, teológicos, religiosos, têm um desenvolvimento e uma eficácia preponderante para variadas mudanças do comportamento e melhoria construtiva do alheio. É sem dúvida uma forma terapêutica comportamental, até social. As grandes massas servem de renovação e reencontro de coletividades mais ou menos sofrida aos agravos dos problemas.

    Valorizando a INTERIORIZAÇÃO nos seus diversos aspectos, ela faz parte de cada um, de acordo com o aprimoramento por meio dos conhecimentos ou pesquisas da sua importante existência. É uma mistura de neurônios ativando a todo instante nas minúsculas ocorrências da vida.Com vergonha

    INTERIORIZA-SE portanto quase tudo: o vago, o etéreo, o concreto, o abstrato, a fantasia, as particularidades, as eminências e as retratações do mundo físico material.

    Com vergonhaFazer da INTERIORIZAÇÃO os caminhos para uma melhoria ampla do pensamento, do bem viver, prosperar, alegrar, transmitir, adequar as razões, servir, doar-se, ensinar... é a busca do EU MAIOR, é certificar-se que o existente do exterior desconhece as riquezas do núcleo maior do interior que sempre será manifestado pela INTERIOZAÇÃO.Com vergonha

                                  


    Com vergonhaAutor: Prof. RODOLFO ANTONIO DE GASPARICom vergonha

     

                                



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 10h37
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    LAR DOCE LAR

    LAR DOCE LAR


    ApaixonadoAnimado ou inanimado, não existe um ser que não tenha o seu habitat, ele de idas e voltas, na busca da sua própria sobrevivência. Um minúsculo vegetal, terrestre ou aquático tem o seu cantinho num solo fértil à luminosidade para um bom respirar. Pedregulhos buscam seu compacto nas gigantescas rochas entre montes e montanhas. A areia fina é a pousada do quebrar sutil das grandes e pequenas ondas do mar. As aves voltam aos seus ninhos no cair da tarde. ApaixonadoFormigas levam alimentos para seu alimentar nas estações do inverno ou verão chuvoso. As abelhas constroem seu espaço nos seus favos de mel... Todos têm o seu pouso, estadia, moradia...

    ApaixonadoDo berço vêm todas as cadências da vida, por instinto ou raciocínio à metodicidade da inteligência, percorrendo todos os caminhos, tanto quanto, do nascer ao por do sol.

    A exemplo de tudo, o HUMANO não está ausente da primeira escola chamada FAMÍLIA, é atingir o máximo da sua escolaridade evolutiva. Onde? - Na conduta dos conceitos básicos para que se transforme num alguém próspero do futuro... atribuímos a denominada EDUCAÇÃO FAMILIAR E SOCIAL como se conhece o bom fruto pela sadia árvore.

    ApaixonadoNo lar construímos os nossos procedimentos, condutas reconstrutivas de um cotidiano: respeito, união, participação, decência , cultura, compreensão, energia, religiosidade, esperança, descanso... ao ÁPICE DA FELICIDADE.

    ApaixonadoDe repente entre infinitas disciplinas apto estará o HOMEM para levemente voar, construir o seu próprio ninho, nele também a LEI DA PROCRIAÇÃO envolto num novo meio, ela chamada de CASA, mas assim considerada, se no seu interior tenha a existência de uma excelente formação.

    Da humildade à luxuria vêm os padrões pelo trabalho, capacitação chamada CÍRCULO DA VIDA, na esperança de companheiros no mais íntimo e pessoal particular: filhos, netos, bisnetos... valorizando descendentes e procedentes.

    ApaixonadoDistantes estamos do exibicionismo, da ambição, fator monetário, do pouco ou muito dos cargos profissionalizantes exercidos no contexto e conceito familiar embora muitas vezes decadentes. Como também pela união da amizade, companheirismo, mesmo enfrentando discriminações e preconceitos.

    ApaixonadoCada um demonstra ser aquilo que realmente é baseado num ponto de partida e realização. Os recursos contemporâneos nos conduzem registrar pela recordação o saciar de um ego na observação inteligente do todo desse tudo que está ao nosso redor, porque estamos num universo de muita evolução e tecnologia.

    Portanto, nada importa... a inspiração da sensibilidade estará sempre presente na riqueza da LUZ do nosso LAR DOCE LAR!

    ApaixonadoApaixonado

    SorrisoAutor: Prof. RODOLFO ANTONIO DE GASPARISorriso

    ApaixonadoApaixonado 



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 15h07
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    LALAU

              L  A  L  A  U 

                       

    Quem é LALAU?Um apelido?...De qual nome ele vem?...O que o levou a ser LALAU?...Não importa se ele veio de Venceslau, Juvenal, Amaral, Cabral... Também nunca perguntei s esse é o seu verdadeiro nome ou tão pouco, de que nome originou LALAU .Um MITO, ELE... não é! Mágico nem de longe, sábio e um intelectual, nunca foi, letrado posso garantir que ELE, ainda está  capacitando a sua escolaridade pela vida afora. Então quem é  LALAU?...Um simples e popular HISTORIADOR, mais um pesquisador, um misto de pessoa simples, humilde, batalhador... Ah!... um observador, amante, até falante; oculto de  si mesmo; reservado, mas preservador, um arquivo humano ambulante; um livro sem o seu final; sensível pelo dom sensitivo; de bagagem inteligente; potencial desenvolvido, como colecionador de histórias, nas estórias com que cada um tem a sua; simples pela criatividade; experiente pela vida bem vivida; sincero pela transparência que o faz amar muito o todo que o cerca; amável e maleável; passivo quando aprendeu perdoar sempre; modesto pelo pouco do muito da afeição que distribui a todos com sua empatia; religioso, fervoroso na fé e crente porque aprendeu enxergar a divindade em tudo que existe, até mesmo numa ínfima molécula; brincalhão  e gozador, porém, respeitador limitável; responsável e honesto, herança de um berço simples, mas sensato...portador de infinitos defeitos ; detalhista por demais... minucioso... prolixo... vaidoso; justo, decisivo e capaz!...Parece na transferência óbvia que LALAU tem um rico perfil personificado. Nada disso...um ser comum!...Não sabemos de onde veio, quantas gerações, de idas e voltas, o fez evoluir os seus gestos e comportamentos. Mas ELE é um LALAU! Nome que traduz muita docilidade, comparado a um mimoso ser humano.Sem mais registrar tantas e acolhedores detalhes, não querendo delongar por demais, LALAU é o meu grande e inseparável amigo. Aquele que estabelece diálogo, desafios... Vem sempre correndo até minha pessoa para narrar-me fatos e acontecimentos marcantes porque me acha capaz de minuciar  tudo, modelar, criar, ordenar na seqüência do bem viver e construir... Eu sei não ser merecedor dessa confiança, mas procuro corresponder-lhe.Sempre comentou: - não sei transferir para as linhas o que a minha alam, como um sistema eletrônico, tem retido minhas vivências com o ser humano, uma memória infinita de conviver para a humanidade da própria existência. Mas sou LALU! Que linda e aplausível humildade ELE  transmite!E, mais uma vez ele sentou no meu divã das recordações, solicitou  atenção às suas observações junto a tudo que eu possa ter como audição aguçada e de fácil memorização.Concluiu: - Tenho muitas e infinitas histórias lindas, floridas, exemplares... para lhe contar. – Gostaria que escrevesse em meu nome todas elas. Elas têm os seus princípios, por mais informais que elas sejam... simples por demais!...Logo esporadicamente surgirá entre minhas crônicas, narrações trazidas por esse incógnito LALAU. Um personagem, quase de um livro que ELE se faz jus para que eu registre entre essa obra com o título de DIVERSO UNIVERSO DE CRÔNICAS.Não deu tempo ainda par que eu pudesse descobrir quem na realidade, realmente é Lalau!...Apenas consolo-me! QUEM SABE ELE SEEJA UM SOPRO DA MINHA IMAGINAÇÃO.

    Somos fiéis porque tudo faz parte de um complexo evolutivo e que somente as letras, formando palavras sejam registradas entre infinitas e pautadas linhas da nossa vida.Não me importa quem ELE possa ser ou de onde vem... sempre estará guardado dentro de mim como um grande e querido amigo chamado: LALAU! 

    EmbaraçadoAutor: Prof. RODOLFO ANTONIO DE GASPARIEmbaraçado

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 17h32
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    ESTIAGEM

                 Abismado        E S T I A G E M         Abismado

     

     Límpida relva num estado de submetida transitória estação vem entre folhas secas sem nenhum ornamento da grama também extinta, seca... servindo apenas de apoio aos pequeninos galhos em que através de qualquer toque se revestem de quebradiças ao amontôo de entulhos.

    Tudo sem verdes, orvalhos, regantes ao verdejante campestre, sem umidade formam ao redor de cupins a não produtividade de um solo seco. Desiludidas descobertas nas profundezas de um subsolo de águas aos canais de bolsas d’águas que infelizmente não se explodem em jatos ao externo de toda secagem.

    Raízes querendo infiltrar como base da sua espécie em solo seco, endurecido, agreste. Qualquer desses seres vivos não parecidos antes vegetais, no sombrio do encanto, a todo recanto da natureza, subindo e descendo colinas, morros com ventos uivantes, esperançosos por frondosas  árvores entre macios e transformados colchões verdes.

      Tudo morto, ainda não extinto, porque nas mesmas, outrora seivas liquefeitas na fotossíntese, esbelta do radiante vegetal!

    Mutações... mutações são critérios do que se expõe, convida mesmo com o arder do sol, chama cadente secando pastagens, águas fluviais, pequeninos riachos, córregos no silêncio do caminho, preguiçosos, sugados pelo seco barranco, desiludidos e despossuídos de afluentes que foram um dia.

    Uma folha cai, outra espera o seu dia para beijar o solo árido, fervente, empoeirado e desprovido de fertilidade à germinação, mera transformação sem nenhuma procriação.

    Aves canoras se escondem entre fartos galhinhos secos, porque perderam no encanto do verde, entre a majestade da natureza suas cordas sonoras de cantos, eles somente assobios em vôos rasos, penas entre poeiras no arder de um sol escaldante; almejantes de um cair de tarde para no sopro da noite sentir também raios sem o ar em movimento, sem vento, deixando também desbotados os belos prateados das estrelas.

    Tudo seco... tudo triste... uma sede de buscas, uma sondagem; esperançosas chuvas apagando um natural quase em chama. Em tudo isso o caminhante do caminho, estrada infinita, não vê rios, somente mares no ardente do sódio, sal triste, do seu viver. Ele lembra das fragrâncias do perfume da sua vida, essência de um bem viver ao acalanto dos seus sonhos, desejoso raiar de um novo dia exalado de ar puro das colinas até do leito ao frescor... daquilo que o fez um desprezado solitário, personagem de um mundo entre cinzas, restos de uma vida para a extinção de tudo que preservava no pretérito para que o futuro que é o seu hoje ser chamado e conduzido pela ESTIAGEM.

    De repente, mais uma folha sem nenhum vento desprende do seu seco galho, tristemente repousando bem no peito do mesmo solitário CAMINHANTE e desfalecido na ESTIAGEM DA CHEGADA DE SUA BOA HORA!

    Lá, num distante horizonte... chamado de esperança... uma folha verde, como renascer de uma nova vida desponta no SONO ETERNO do CAMINHANTE repousando na sua própria estiagem.

     

     

     

        Autor: Prof. RODOLFO ANTONIO DE GASPARI

     

     

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 16h30
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    A EXISTÊNCIA

     

    A EXISTÊNCIA

                          

    Complexa palavra que globaliza na incógnita a EXISTÊNCIA.

    De que? De quem? Para que? Sobre o que? Infinitas razões, porque ela numa complementação do todo que existe, resume-se como EXISTÊNCIA: no ínfimo grão de areia, na ciência mineral, na mais seca e apagada folha ou verde arbusto, no espaço vegetal; como toda classificação em famílias distintas, vimos o reino animal dos vertebrados aos invertebrados.

    Todo no seu rumo da sua própria EXISTÊNCIA até ao etéreo, o vazio, o vácuo, o infinito... se faz presente porque EXISTE ! No todo está a mais bela EXISTÊNCIA, definida na racionalidade do HOMEM.

    ELE surgido do pó ou sopro da história dos séculos pretéritos ou de outras leis a exemplo da evolução, que transpõe de quadrúpede para um bípede composto de cérebro para o seu raciocínio e capacitação voltada à inteligência... até chegar no presente envolto com outros projetos de estudo. E, inteligentes seremos se conseguirmos enquadrar o HOMEM comparado às outras tantas mais existências vividas, que chamamos de interdependência dos seres vivos ou inanimados.

    Um conjunto, não de objetividade, e sim de participação repartida em todos os continentes do globo terrestre. Mergulhamos na diferenciação de raças e povos, evoluídos ou não; sábios ou analfabetos, mas contidos na CIÊNCIA DA EXISTÊNCIA.

    Por que uma CIÊNCIA? -Porque faz explorar com tranformações dos tempos as necessidades de avançadas tecnologias do século vigente. Do ESPAÇO SIDERAL à TERRA, como um globo, envolvido numa capacitada atmosfera tem como regente a ação magnética, simbolizando, fortificando... fazendo permanente a EXISTÊNCIA em todo e qualquer lugar. Sabemos que uma invisível molécula existe! Tudo é uma unidade daquilo que realmente somos ou representamos de importante nesse óbvio e sábio poder da EXISTÊNCIA.

     

    Olhando à nossa volta perceberemos que outras necessidades, aparentes na maioria das vezes se apresentam e ai está a posse de uma EXISTÊNCIA próxima como base ou abrigo para nós carentes, sem entender o todo do tudo que EXISTE ao nosso redor.

    Encarando um pouco mais além dos nossos cinco sentidos, nos soltando, concluiremos que nas profundezas da criação tem uma razão de ser das mais variadas estruturas moleculares, que provavelmente serão úteis para os próximos milênios: quer no campo medicinal, sobrevivência para com os alimentos, compostura de imagens, sublimes robôs, planos dimensionais, contatos unificados do plano terreno planetário às outras EXISTÊNCIAS, ALÉM TERRA , que fazemos parte de uma HUMANIDADE.

    Isso será naturalmente aceito ou convivido através da doação completa de nós mesmo em benefício e respeito sobre aquilo que se faz presente na EXISTÊNCIA.

    Com o trabalho na perseverança a exemplo de imagináveis DEUSES encontraremos a plenitude ou uma valorização daquilo que EXISTE, porque daí tudo será útil à vida de cada humano como HOMEM ou não! É um acervo de estudos, buscas, participações, procurando no concreto os porquês naquilo que a EXISTÊNCIA nos oferece.

    Apuremos vitalidade e germinaremos plena satisfação como imagens que somos de geração a geração, sem classificar IDAS E VOLTAS e simplesmente um contemporâneo de EXISTÊNCIAS. Transcorrer-se-á muitos e muitos milênios para entendermos aquilo que realmente somos para fazermos parte do dízimo a nós, como pedintes de aprendizagem com um resultado satisfatório: EU EXISTO PORQUE A EXISTÊNCIA ME FEZ ASSIM!...

    Autor:Prof.RODODLFO ANTONIO DE GASPARI

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 18h38
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    MUSICALIDADE

     

     

        RisoM U S I C A L I D A D ERiso

                 

     

    Os passos lentos, descordenados, vigilantes, iam ao encontro da MÚSICA. Ela traduzia a vivência, o acalanto de se existir ao gosto para a preferência. Nada de romântico, astuto ou marcante ao relevante se trazia na gratidão. Apenas NOTAS ELEVADAS conduziam ao grato, pela imaginação dos sonhos compatíveis. Vivenciava as horas, trazia nos segundos o bastardo na carência da alma a sua insignificância por sentir imaginário nos sonhos, mais fantasias. Era um marco, como se a decorrência dos dias se estendessem ao agora do ontem. Nele os instantes sonhadores, prazeirosos, quase eficazes na sustentação do viver bem com alguém.  Em cada ACORDE uma representação, nela os afagos dos carinhos representativos a dois, romanticamente como fundamento de se oferecer mutuamente as carências da afetividade como oferecimento de se viver e conscientizar na correspondência dos dotes de doar-se. Serviria de entrega se MELODICAMENTE  na PÁUTA DO COTIDIANO inexistisse o efeito da mesma doação. E, na SONORIZAÇÃO dos toques de palavras desentendimento bastasse a facilidade da conscientização. Votaria ao passado, mesmo sem promessas, com a certeza da realização. Vingaria todos os processos das NOTAS DADAS DE APALUSOS sem falhas na abundância de se estar bem, realizável na continuidade de se estabelecer em dois, a complementação da vitória sem nenhum fracasso. NA HARMONIA MELÓDICA DOS PLANOS, os edifícios de se construir a edificação e se fixar em nenhuma mudança da incompatibilidade de convivência aos ideais pré-estabelecidos. NA MUDANÇA DOS ACORDES, a tonicidade variável, inesperada, antes no completo do pouco vivenciado no convicto de se conhecer sem antes conviver. No ENSAIO DA MÚSICA, a certeza do somente abstrato sem o concreto do agora, no elo abrangedor de futuras gerações, como fruto de preparo aos resultados satisfatórios. AS MUDANÇAS, pelos fatos da convivência destoam, abrangem o ápice do devaneio, criam-se novos destinos nos horizontes longínquos das incomuns desesperanças. NOS COMPASSOS, do cotidiano, as respostas do andamento, os percursos das vitórias dos planos e aspirações caminhando, ouvindo, sorrindo, dialogando, engenhando, servindo... NAS NOTAS, a composição do entendimento do enredo da história como enlevo romântico, sonhador, na base sólida da esperança. NA PAUSA DO COMPASSO, a transparência das notas como o negativismo ao convite da transformação no prosseguir novos horizontes sentimentais. O esquecimento quando no pretérito a existência de momentos imaginados imutáveis. NAS BARRAS DAS PAUTAS, a barragem da separação como fonte do ex prazer pelo belo, sonhador, criativo... À carência da solidão esvaziada do findado ao eterno sentimento. NA CLAVE DE SOL, o auge da felicidade, nela a recordação do princípio da disciplina e equilíbrio da vida de procriação como meio comum da humanidade, vínculo participativo da existência. NO ARRANJO PERFEITO, o encaixe da LETRA EM VERSOS DE AMOR, relato da fartura do entendimento, pluralidade do mirante em elevação aos cânticos elevados ao crescimento. Espalha-se cópias de exemplares relatórios do puro romantismo, convite enamorado nas ESTROFES de suas histórias. Tudo pronto na representatividade da ARTE MUSICAL, criada ao bem-querer aos almejos da felicidade, alegria, contentamento. Da audição à aceitação, porque em cada passo, a LENTIDÃO DO TEMPO, a gravação da memorização para a eternidade da MUSICALIDADE, com que cada um possui dentro de si, como existência feliz ou não de NOTA POR NOTA, COMPASSO A COMPASSO, CLAVE POR CLAVE, PAUTA POR PAUTA, MELODIA A MELODIA,  DE SOM POR SOM, DE VERSO EM VERSO, LETRA POR LETRA... A PÁGINA DE UMA HISTÓRIA DE AMOR

    RisoAutor: Prof. Rodolfo Antonio de GaspariRiso



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 10h10
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                                         F    É

     

                A insegurança, a inquietação e o desespero têm dominado mentes e corações atormentando-os e arrastando-os a níveis alarmantes, que beiram a loucura.

     

                Estamos em dias de transição moral e de crescimento interior, não tenhamos dúvidas.

     

                Face à circunstância, não surpreendemos com a paisagem emocional aflitiva que se representa entre os homens em toda parte.

     

                Angústia e insatisfação gerando situações lamentáveis, enquanto a violência e a agressividade produzindo loucura e crime.

     

                Não apenas isso! Estados da alma inquietantes dominam larga faixa da HUMANIDADE, como decorrência de fatores sócio-econômico e psicológicos, que atestam à precariedade dos valores sobre os quais foi perseguido o aparente sucesso da inteligência, ora aplicada nas conquistas externas sem  o apoio do sentimento voltado para o bem.

                Surgem momentos em que supõe não mais poder suportar a situação desesperadora. Todos parecem adversários ou se afiguram ingratos.

     

                 A mente descontrolada se nega fixar os ensinos edificantes e a afetividade te recusa alargar o campo das relações receando rejeições, abandonos...

     

                No processo de crescimento surgem situações, não esperadas, por mais que se programam os desdobramentos dos fatores propícios a tal fatalidade.

                Afim de que o HOMEM sobreviva num clima de desespero que o impede de todos os lados, com as altas cargas da aflição, do medo e da dúvida que se generalizam, a FÉ é importante para a aquisição do equilíbrio.

     

                A FÉ é uma virtude intelectual que decorre do esforço racional regado de muitos sacrifícios e abnegação.

               

    Exercícios da alma e reflexões precisam ser constantes e não temporários. A FÉ, que não reflexiona perde vitalidade e transforma em hábito de crer, se os expressivos recursos da coragem, na luta do ânimo diante das dificuldades.

                Jamais recusar no afago, que absorve os momentos do coração! A FÉ, que não é nutrida na prece, se converte em acomodação não suportando imperiosos testemunhos do caminho da evolução por onde todos transitam.

                Não podemos permitir a colheita de “azedume” nem rescaldo de pessimismo .

     

                 Somente teremos um mundo no futuro, mediante a nossa própria melhoria. Saindo da colocação negativa é que se marcha triunfalmente para o AMOR.

     

                 Podemos contribuir com nossa quota de bondade e de otimismo acendendo luzes, antes que as “sombras não tragam escuridão”.

     

                E, a FÉ deve ser uma constante, ela edifica o amor pelas almas aflitas e desesperadoras, combate a ignorância e traz a compreensão, ausenta o mal-estar e a revolta. 

     

                 A FÉ “remove montanhas na crença popular” e na exatidão das transformações positivas interiores. ELA é a realizadora, o caminho que se conduz ao MILAGRE.

     

                A FÉ é a cura no desenvolvimento das vocações e aptidões elevadas dos corações brandos, ELA ilumina, esclarece, modifica, sensibiliza e enobrece com o trabalho a vontade da vida e de viver. 

     

                A FÉ é o hábito no exercício da súplica, acalanto para as esperanças com a chegada da realização dos almejos. ELA interioriza e conscientiza as retomadas e saídas positivas.

        

                A FÉ direcionada a um espaço qualquer leva aos reencontros e até à PAZ! É a concentração íntima; globaliza uma corrente de energias de qualquer local do cosmo universal e do meio físico.

     

                A FÉ é facultada aos esforços porque traz sintonias diversas de solução, melhoria e aprimoramento. ELA enxuga lágrimas sofridas e conflitos devastadores.

     

                Prosseguidos, portanto, com a FÉ e perseverança é que seremos sempre merecedores de conseguirmos os nossos ideais e meios.

     

                Através de LEIS MUITO SUPERIORES é que estaremos válidos pela destinação gloriosa da própria CRIAÇÃO voltada à FÉ. 

     

     

                                                 Autor: Prof. RODOLFO GASPARI

     

     

     

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    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 17h38
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    PERSPICÁCIA

                               P E R S P I C Á C I A

                                              

             Por mais que estivermos perto de qualquer realidade da vida, quer ela puramente voltada aos mais eventuais problemas seremos sempre o mesmo qualificado pelas razões em que os fatos nos fazem de exigência de compreensão.

             Com todos os parâmetros com que limitamos nossos conhecimentos encontramos lá um dia, junto aos inúmeros obstáculos, as quedas dos mais fortes que se afastam dos problemas evidenciados, criados ou surgidos pelo caminho.

             Criamos através das estratégias saídas para este ou aquele veículo que no atropelo dos conflitos emergem para o descontentamento daquilo que almejamos receber sem antes desconfiarmos das impossibilidades que nos rodeiam.

             Seria, pois, pela positividade que conseguiríamos o máximo esperado ou esperançoso ficamos envoltos recebendo pelo sucesso as glórias merecidas pelos impulsos que a vida nos traz ou nos vincula de prosperidade.

             Conhecemos os barrancos pelos desequilíbrios, balançamos os insucessos pelas quedas do alto, influenciados ficamos deparados pelos devaneios das nossas solicitudes.

             Atingimos o alto com a chegada da evolução das descobertas, conseqüentemente aproveitamos todos os saldos consumidos pela valorização ou merecimento.

             Criamos sonhando, refletimos pensando, adquirimos trabalhando, protegemo-nos dos vendavais pelos troncos das nossas muralhas resultado dos autos conceitos estabelecidos na progressividade das próprias experiências.

             Pela inteligência experiente de estudos e conquistas seremos presenteados no apreço de toda humanidade que nos rodeia; humanos conquistados, confiantes em nós pleiteiam na confiança a solidez de um bem-querer.

             Dos passos firmes edificamos a certeza de todo avanço existente dentro de nós.

             Das migalhas à transformação como multiplicidade do pouco recebido ao muito do pouco que usufruímos.

             Pela leveza da cautela descobriremos dentro da consciência o bem-estar, qualidades salutares da capacidade que se espera de um bom resultado.

             Estrelas no espaço será a clareza de toda obscuridade criada; negrume triste que sem destino é o tapume do medo, ele a pedra, depois transformada em rocha porque se fecha para a vida ou ao mundo dos homens.

             Alienados permanecemos sem ter ou criar condições de bons resultados daquilo que tentamos no pretérito estabelecermos como meta de melhorias futuras.

             As raízes da vida não se firmam no solo do cotidiano sem distribuir depois as folhas da salvação até os alimentos, energia de sobrevivência e sustentação.

             Assim, mansamente tentamos, descobrimos, edificamos, sonhamos, poetizamos, filosofamos minúsculos resíduos de toda capacitação existida pela paz que adquirimos conscientemente em prol do espaço que nos faz crescer, servir, experimentar, alimentar a alma, evoluir a mente, ter vazões às energias que queremos que fortifiquem os nossos passos em forma de caminhos escolhidos pelo destino que nos prende à vida ou ao mundo em si.

             Tudo está direcionado na escalada árdua, porém, muito necessitada pela conduta da PERSPICÁCIA, dela um horizonte de vencer e colher os frutos da FELICIDADE.

     

                            Autor: Prof. RODOLFO GASPARI 

            

     

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 16h20
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    SERES AFINS

                                  SERES    AFINS

                                                                         

                 O HOMEM na sua perfeita vivência aos destinos ou provas se submete às suas próprias razões de vida, voltada condignamente aos fatos ou decorrências do seu cotidiano.

    ELE vive afiançado aos impulsos e experiências, muitas satisfatórias quando outras desilusórias. Porém, os seus gestos sonhadores, ilusórios, esperançosos... o conduz ao embarque de ser “AFIM” ou não das suas fugas ou comportamentos alicerçados em direção ao algo das buscas e encontros. Tão grande é a sua bagagem de experiências concomitantes ao elo de bem-viver como saudação de uma vida plena de  realizações.Sabemos que quanto mais vive, mais de aprende e que ninguém foge das regras aos padrões da própria existência como um todo. E, à medida dos encargos das responsabilidades, ele, convive situando naquilo que mais lhe apraz ao seu bem-viver. Logo, AFINS SÃO OS SERES!  Até o irracional se enquadra às verdades de vida, sociabilizando desde o seu habitat e regras de procriação, na meta da sobrevivência. O HOMEM é o mais próximo dizer “AFIM” desde a elevada ambição, até uma simplicidade de adequação.

    Uma questão de adaptação ou não, gera a opção com que cada um possa estar abrangido nos conceitos melhores de vida. Toda solução é o resultado do que se vive para aprender em todos os campos abertos ao ser. Desde as quedas, como horizonte menos feliz é a escolha ( ou opção) não deixa de ser explicativo como SERES AFINS das suas escolhas ou condições. É um embaraço condigno de respeitabilidade ao amplo esforço por estar se sentindo em, mesmo sem nenhum apreço, aos costumes. E o que seria o padrão imposto como regra? - Nenhum conhecimento no respeito das condutas e práticas da vida! – Nenhuma liberdade de ação no respeito das desigualdades. – Nenhum conhecimento de que cada personalidade é um ser livre de ações e gestos. Nenhuma luta de auto-assumir...

     

                 SER AFIM está no contexto da inteligência do HOMEM, ser aquilo que realmente ELE é sem nenhum constrangimento de atitudes e comportamentos. O meio de todos os grupos sociais “encontros” e o “AFIM” às coisas práticas, sem omissão. Sabe-se que quanto mais se identificam os seres “AFINS”, o HOMEM se evolui, é mais feliz! A fuga ao mais critico deixa de ser subterfúgio como classificação de loucos aqueles que estão “AFINS”. Visivelmente o próprio relacionamento é a busca da afinidade e até reencontro em comum aos ideais prósperos e acolhedores. O primeiro passo é o de ser “AFIM DE SI PRÓPRIO” para em seguida estar em comunhão no todo que lhe rodeia A vida como um complexo de  geração a geração investida em todos os campos de experiências é uma conduta de se estar “afim”de uma sobrevivência e somente se sobrevive aquele que estiver “AFIM DO SEU PRÓPRIO MUNDO”.É somente observando o meio em que se vive ao aconchego dos seres que se conclui: 

     

                EDIFICAFREMOS  UM  MUNDO  MELHOR  DE  COMPREESÃO,  VIVÊNCIA,  BEM-ESTAR,  AMOR  E  ATÉ DE PAZ,  QUANDO   TORNAMO-NOS   EM   “SERES AFINS”!       Autor: Prof.RODOLFO GASPARI

     

     

     

     

     

                                         

     

     

                                                  

     

     

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 15h51
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    FOTO...GRAFANDO VERSOS FOTO...ESCREVENDO

                                  FOTO...GRAFANDO

                                          VERSOS

                              FOTO...ESCREVENDO

                                                                                                                

     

    Esta página foi retirada de uma das pastas de arquivo onde se encontram “MINHAS FOTOS”, montadas em álbuns específicos -VOLUME -04- 

     Continuamos buscando lá fora, muitas emanações. Enquanto houver espaço aí estará o HOMEM na sua busca, reservando os seus conceitos e experiências. Quando ele não contenta com a rotina cotidiana, de graça encontra toques tão perfeito, os quais, enaltecem a alma, refaz-se de sobrecargas. Fora do seu doce lar, há uma exposição de beleza e perfeição.

                                                                                                                                      

     Os campos e jardins, os rios e as matas, estabelecem as suas formas, cores, dimensões, simetria, equilíbrio... espalham  aromas fluídicos como verdadeiros laboratórios naturais, complementando o vazio, a solidão,  a angústia e até a anomalia de saúde e  bem-estar.

    Entre o meio natural do PLANETA não existe escuridão, os olhos são sintonias e a noite inspiração. Nesta concentração bonita de leveza são oferecidas páginas de uma enciclopédia infinita. A NATUREZA nunca será esquecida, enquanto houver tempo contemporâneo haverá o sensível porque ele é um sonhador, um poeta, um remanescente que sofre com as transformações frias e destruidoras.

     

    Em cada nuvem que passa movimenta-se uma vida racional ou irracional, assim vai completando o ciclo da vida e o senso de observação desperta como lema de registros às futuras gerações.

     

    Não é fácil captar todas essas energias, elas se transformam em exercícios difíceis e depois hábitos salutares de paz e harmonia consigo mesmo.

     

    Outros recantos existem, somente conseguiremos atingi-los quando conseguirmos sobreviver na luz que nos é ofertada no MEIO NATURAL, que expiamos através do interior belo que todos têm e do desenvolvimento das mais ínfimas ou elevadas potencialidades.

     

    A perfeição não existe, simplesmente adequar e globalizar com gestos filosóficos ou cristãos: O   AMOR   GERA   O   AMOR!

     

    Particularmente eu continuo entrando em alguns dos muitos “cantinhos” da MÃE NATUREZA. Ela tem me trazido muito sossego, tenho procurado exercitar cada vez mais este aconchego junto dela. Mesmo em pleno exercício neste contato permitiu-me que brotasse e germinasse páginas e páginas pela minha imaginação na observação.

    Carinhosamente agradeço o sol que me ilumina, a noite que me faz sonhar sob a proteção energizada do infinito de luz do SUPREMO ARQUITETO.

     

     

     

    Você vai encontrar todo esse conteúdo de FOTOS, acessando o site www.fotosrod.nafoto.net

     

     

                 Autor: Prof. RODOLFO GASPARI                          



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 15h04
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    A AMIZADE E A DESPEDIDA

                                A   AMIZADE   E   A   DESPEDIDA

                                                    

     

    * Sejam todos os caminhos da nossa vida, repletos de surpresas, mudanças e ELOS, sentimos sensibilizados com a existência da AMIZADE. Ela, a forma mais participativa, nos envolvendo como verdadeiro lenitivo da esperança e melhoramentos. Reencontro na presença de um amigo é sem dúvida o melhor presente, que podemos angariar em nossa trajetória de FILHOS DE DEUS, que todos nós somos. Uma oportunidade privilegiada, cabida de nós no espaço expiatório da Terra. A figura participante de um amigo é BÁLSAMO DE LUZ, de convivência; é força dos desabafos, da ajuda e compreensão mútua; é o estender de mãos e ombros, tornando nossas vidas pré-existidas, mais amena, saudável e feliz!

     

    * Lá um dia, em nosso caminho, o AMIIGO é surgido como revelação que nunca estamos sós. Ele bem brando e acolhido entra no mais profundo do "nosso eu" distribuindo energias, carinho e dedicação. Torna no COMPLEXO DA VIDA UM ENTE, envolvido de  gerações anteriores, muito querido e valorizado pela estima e elevada consideração, sem interesse e oportunismos, somente o coração no comando da alma.

     

    * Não fugindo de todas essas regras, somos presenteados, quando descobrimos mais um GRANDE AMIGO. Tão logo pela virtude, bondade e comunicabilidade, fazemos pelo apego a mais pura e sincera AMIZADE, uma força sublime de contiuarmos vivendo e se relacionando humanamente pelo dom da afinidade  e lealdade. E, aprendemos, vivenciamos  todos os gestos de carinho, DISTRIBUIR O  AMOR, através da sensibilidade e respeito. Adquirimos mais irmãos do que simplesmente AMIGOS!

     

    * Faz justo deixar registrado na memória essa feliz convivência, uma lembrança intimada pelos registros importantes desse perfeito relacionamento amigável.

     

    * Sobretudo, como a vida é uma constante mudança, vem a separação, uma necessidade difícil de se vivenciar, mas uma estrada de novos horizontes floridos e crescentes, é o pouco do muito que um amigo tem a desejar ao outro sincero amigo. Não abrimos espaço para uma DESPEDIDA, apenas um alegre ATÉ BREVE, porque o ELO DA VERDADEIRA ESTIMA já permaneceu, recebemoseu nos anais da nossa recordação, UM VERDADEIRO AMIGO VOLTA SEMPRE; MESMO E SOMENTE PELA SAUDADE!

     

    Chega o momento para estendermos nossos profundos agradecimentos por tudo que recebemos, um conjunto de boas ações e obras no rilicário da nossa vida. Acreditamos que mais RECEBEMOS DO QUE DOAMOS a um amigo sincero, mas nos foi uma tentativa de RETRIBUIRMOS à altura, tão GRANDE BONDADE RECEBIDA.

    * JAMAIS O TEMPO APAGA O ELO DA AMIZADE!...*

     

    * Sim, sempre permaneceremos aqui! Agora somente o pensamento soará com a torcida que um AMIGO, seja feliz, protegido, respeitado, amável emanado pelas BÊNÇÃOS DE DEUS E JESUS!

     

    * De braços abertos, simbolizados por nossa elevada estima, resta-nos dizer: - AMIGO, O CAMINHO É TODO SEU! ASSIM ESCOLHEMOS!

     

    * Esperançosos das suas vitórias é que estaremos concentrados do fundo do coração:- VOLTE SEMPRE!  - SOU O SEU ETERNO AMIGO E IRMÃO!

     

    *** Essa crônica está oferecida a você, que pode ter um grande amigo. Ele, para todas as horas ligadas pelo elo do respeito, solidariedade, sinceridade, afago e afinidade... na magia da vida  voltada ao elo da PUREZA DA AMIZADE...

     

     

    Autor: Prof. RODOLFO GASPARI

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 12h21
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    A CORRENTEZA DAS ÁGUAS

                     A   CORRENTEZA   DAS   ÁGUAS

     

                                            

     

     

                    Num aclive altíssimo, à beira de cascatas mansas, elevadas, prósperas, refrescantes... vai o córrego na sua maciez altiva, ao longo dos trilhos cortados por ele. Rochas escuras, puros minérios, impostos pela própria natureza, como se uma ordem da SUPERIORIDADE DIVINA, oferecem-se à frescura  das águas puras, sensíveis ao mais dos sensíveis seres humanos, na empolgação do amor ao refazimento da alma, inspiradora de sonhos.

     

                             E, essa água corre com pouco amontôo, levando como caladas muito insondáveis mistérios e numa simplicidade exemplar vai se adicionando às infinitas espécies. Corre ao seu caráter de majestade, encontra espaço, abre caminho. Ela sempre amadurecida traz nos momentos de chamamento como esse, o convite de se sintonizar, entrar em contato com a PERFEIÇÃO DA NATUREZA e dos múltiplos habitantes ocultos ou não, que por ali se encontram, casa, comungam num inter- relacionamento em seu meio ambiente, variado, alegre e útil.

     

                             O espaço verdejante conduz ao ar puro, como se   estivéssemos a interiorizar muito  profundamente a existência belíssima de tudo.

     

                             Do começo, sobre uma rocha, inspiração à intimação dos DEUSES, ANJOS PROTETORES nos balsamam, nos purificam dos raios solares como lentes naturais energizam tudo ao seu redor.

     

                             Transeuntes aparecem, distribuem  conosco energias positivas, companhias, saudação e o prenúncio de muita inspiração. Perguntamos por que aqui estamos e chegamos? - Talvez a resposta esteja longínqua, indesejável ou ausente de solução.

     

                             Somente a brisa do vento, como ar em movimento, nos isola, nos faz aproximar, nos contagia, porque nesse momento estamos fazendo parte do INFINITO e da PURA CRIAÇÃO DIVIVNA. 

     

                             No córrego, talvez, a considerada foz no grande rio, seria o verdadeiro mistério que quase tudo se une ao encontro do próprio sem  fim... Em cada correnteza também um devaneio, uma alegria, uma felicidade e o privilégio por estar nesse contato, nos retornando puros, aguçados à sensibilidade enviada a nós pela força da FÉ ou de um simples SOPRO DA PERFEIÇÃO.

     

                             Bem mais atrás sentimos a presença verídica de um SER, ELE projeta, inspira, agradece e me  dita: -Muito obrigado por estar participando e vivenciando o meu espaço. - Eu sou a PRÓPRIA NATUREZA, emito PAZ e LUZ! - Banhe-se em mim! -Eu sou a PRÓPRIA FELICIDADE e você o meu SERVO DE VALORIZAÇÃO. 

     

                             - Quando os nossos caminhos se cruzarem será também a própria água corrente na busca do seu OCEANO DE PROSPERIDADE, AUTO-ESTIMA, FELICIDADE, ALEGRIA  E SONO.

     

                             - Voltará às ondas que o conduzirá a DEUS e muita PAZ! - Agora corro, junto-me às demais quedas, TENHO PRESSA DE VIVER e continuar servindo daqui para  baixo. - E sou a MESMA CORRENTEZA  DAS ÁGUAS!... - FEELICIDADE AMIGO!

     

    E  OUTRAS...  E OUTRAS ... ÁGUAS  SURGEM,  DESCEM  E  NOS  ABENÇOA!...

     

     

     Autor: Prof. RODOLFO GASPARI

     

    Passe esse site aos seus amigos,acessando; www.cronicasrod.zip.net

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 11h49
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    INFANTILIDADE

                                     INFANTILIDADE

                                                                   

     

    §§§ Num campo de ficção corre o tempo na saudade doída dos passos da convivência com relacionamentos variados e contidos no fundo do "ego" da recordação. Na lentidão sublime dos momentos em transe às páginas reveladoras do passado como amontôo dos fatos, revividos no hoje, de uma infância distante, imatura, mas muito prazerosa.

    §§§ Corre pela mente, as páginas dessa INFANTILIDADE de sonhos, fantasias brincadeiras, rolar de piões, pegadas escondidas no vagar do ontem. Nos filmes dos mocinhos, das cavernas, monstros, medos, calafrios e até da morte.

    §§§ Vem vagamente à primeira experiência dos estímulos de uma anatomia humana, progressiva, simétrica, sem falhas; das exigências sem fim, causada pelo imaturo crescimento da mente, geradora das descobertas.

    §§§FOMOS OU AINDA SOMOS UMA CRIANÇA?§§§

    §§§ Bem às escondidas o procedimento dos gestos e atitudes, recalques ou não, quem sabe engavetados estão ainda, o ato da INFANTILIDADE, conhecido como momentos indevidos de comportamento, mesmo no ato de ser um pleno e consciente adulto.

    §§§ Na passarela, voltada no ontem de criança, dos tropeços do hoje, uma criança adulta, a colocação do sentido exato de criação e preservação dos elos humanos de uma solidariedade ínfima de ainda estarmos crescendo e, gradativamente ainda aprendendo a ser um bem formado, nunca esquecido por ter sido um INFANTIL DA INFANTILIDADE.     

    §§§ Em uma linha da vida, bem esticada, belamente atravessamos o todo dentro das suas cabíveis e desejáveis descobertas, pela vivência por estar experimentando os passos da própria existência, uma mostra de tudo do nada que sabemos desde o gatinhar da infância.

    §§§ Dos doces méis ao amargo das lágrimas adultas, o lavar um interior do sabor lindo de ser criança ou ter  sido um tenro infantil. Um verdadeiro conto de fadas às realidades de um contemporâneo vivenciado aos paralelos de uma pequenez nítida e salutar. Os mesmos almejos das fraldas  ao cheiro natural dos dias mais floridos dos bebês ao afago do amor e carinho. Crescem os fatos, como os dias são adicionados de crescimento na firmeza do presente, semi-amadurecido, porque nos  restígios da infância ainda estamos presos na recordação.

    §§§ No condicionamento à aprendizagem do andar e falar, o clamor do aperfeiçoamento como forma de uma reciclagem de vastas fases gradativas do passar dos anos.      

    §§§ O esquecimento do processo dessa evolução humana, para o crescimento  e gozo de nítidas oportunidades, desejosos de voltarmos à lentidão na maciez da alma ingênua, fantasiosa para as surpresas ocorridas ao longo do passo, mas que teve o seu início no caminhar de uma criança.

    §§§ As alegrias no carrossel, uma giranda de roda-gigante à altura dos sonhos limpos, perfeitos, contidos no evaporar rápido de tornarmos um adulto conhecedor das provas e pecados. Surgem as lendas sem fadas e estrelas distintas como o sol e a lua dos dias de agora voltados, amadurecidos de um adulto. §§§ Uma nova roupagem, substituída pela pressa do decorrer do  tempo, complexo, difícil das gerações ao bálsamo salutar de outrora, nos dias vividos de plenos infantis. As correrias, antes em forma de brincadeiras, hoje na preocupação da falta de tempo para as entradas às experiências dos restantes  dias de luta, símbolo de trabalho amadurecido de um adulto.

    §§§ Uma diferença grande de situações sem comparações ao elo primeiro da infância à responsabilidade de se chegar ao presente, uma forma constitucional de se fazer no tempo uma criação para as procriações  futuras de energias, fertilidades contínuas para que nunca se deixe, a vindoura geração ausente da presença de uma criança.  

    §§§ Aos fracassos sem a persistência de melhorias é a própria ausência de uma estrutura passada em branco, sem linhas e palavras nos alicerce e  raízes da infância. Os vícios, submundos, desvios, ociosidades... são processos gerados na formação ou lapidação sólida e perfeita nas estratégias dos ensinamentos primeiros do próprio infantil. Os não do passado confirmam os sim do presente fracassado ou alienado dos seres adultos, mas imaturos por não terem sido uma criança.

    §§§ A INFANTILIDADE, sinônimo de um ser adulto em miniatura é o retrato de uma criança, presa no ato de brincar, de entender mais o crescimento da alma do que do físico decadente.  

    §§§ E, na velhice, fator cronológico voltamos a ser criança, a gatinhar mais pela mente, uma regressão de que todo processo vem dos primeiros comportamentos e passos da INFANTILIDADE.

    §§§ Numa esperançosa maturidade adulta, certificados de que levar um sorriso nos lábios de uma criança é crescer para o amanhã, é o sorriso feliz de uma aprendizagem contínua do "eu interior" até o término na extinção como resultado da morte. Tudo porque na INFANTILIDADE SOMOS ADULTOS  AINDA  UMA  CRIANÇA! 

     

     

    =Autor; Prof. RODOLFO GASPARI=

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 10h56
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    CRIANDO ESPAÇO

                         Criando   Espaço

     

                              

                  Todos os momentos pelos quais deparamos com nossa auto-estima, tentamos pela mera posição dos atos criar situações contínuas que nos levam ao máximo daquilo que sonhamos em adquirir ou criar para nós mesmo.

              Com isso em cada dia múltipla ocorrências carregamos pelo compromisso que obtemos baseados nas condições aquém àquilo que queríamos que fosse.

                Seivamos propostas num agendamento sobre afazeres como regras: trabalho, responsabilidade, encadeamento de conceitos, multiplicidade do crescer, busca de melhoria, família... E é justamente ai  que acresce mais as preocupações. Vimos mutações porque no momento das insatisfações pontuam direções desordenadas: companheirismo, filhos, formação educacional, capacitação adequada num amontôo refletivo, a qualidade  sobre um relacionamento  tanto na chefia como paternidade ou maternidade.

               Na medida em que as dificuldades aumentam conflitos são surgidos de maneira assustadora, no procedimento  da estrutura, como pessoa ou reconhecimento do lugar onde a sobrevivência impera valores da dedicação. E quanto mais socialmente buscamos localizar onde cabíveis problemas é que avançam a destrutura  dos seres que entre si convivem.

               E  onde  estaria esse “espaço” como colação da consciência dentro de cada um?

            Onde  aprimorarmos como lidar  o melhor para cada um?

         Por que as culpas dos culpados influem na divulgação do errado para que alguém  julgue o certo para o exato e  possa ser condenado pelos erros?

            E, o que seriam erros para os insatisfeitos ou seriam divergências de relacionamento: íntimo e pessoal ou do próprio senso  dos direitos e deveres como básicos itens de uma cidadania?

           Espaço definido como diferenciação ou habitado na adaptação das transformações?

          Acumulamos insatisfações pelos erros do espaço?  Descobrimos  outros tantos  espaços  porque a falha estaria em qual dos seres que conosco convivem: como pai, filhos, irmãos e até transeuntes estranhos da nossa convivência. Tentamos adequar caminhos para nossa melhoria na definição daquilo que objetivamos retirar ou ser extinto de nós.

          Com todas as possibilidades de conduta social ou particular é que renovamos esperanças dignas de paz interior, desclassificados ou não, mas aprimorados por tudo que tentamos construir na meta da vida e escolha. Tudo... tudo... é o momento... Ele não deixa de ser o espaço que  adquirimos por repartidas ilusões às destruições de um interior... Aí  há a apelação do desequilíbrio falta de adequação... O auge da autodestruição aos vícios que podem destruir um ser.

            Então onde criarmos o nosso espaço?           -Acreditamos que num gesto da comunicabilidade e do diálogo teremos o lugar que nos faz merecedor.

                   Criando Espaço está na mente porque é o próprio lugar de quem realmente você  amanhã será como personagem da sua própria história porque na divulgação das suas virtudes e  infinitos defeitos tem o seu  cantinho denominado  espaço. Ele é todo seu. Nunca deixe ser invadido pelas falências das incompreensões alheias para a derrubada do seu próprio eu como ser vivente e comparado na presença de outros tantos sobreviventes. Nunca destrua aquilo que determinou  para o seu mais amplo melhoramento. Não vacile seja você !... O seu próprio espaço que o fará cabível  dos seus gestos e atitudes. Você é o certo para os seus erros e acertos.

               Crie tudo para que  caiba dentro de você. O seu espaço é  o infinito de tantos outros antes que amanheça destruído pelo seu próprio arrependimento.

                De tudo voltado ao alto é  a sabedoria que conceituará você. Seja feliz, o Espaço é todo seu, deixe ser respeitado por aquilo de que és!     

     

     

     

     

                                     Autor: Prof. RODOLFO GASPARI



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 21h20
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    UM RECANTO...UM SONHO

                         UM   RECANTO... UM   SONHO

                                                                 

     

                    Uma brisa refrescante, entre nuvens alvas, favorecidas pelo vento, formam figuras ao esplendor do PARQUE ENCANTADO. Encantos aos sonhos presos ao lazer, amor, refazimento e preenchimento. Louvam as espécies no rincão do formato da cava arquitetonicamente elaborada ao prazer e reencontro de PAZ!

    Benfeitores, seres imagináveis, vagueiam em cada espaço no espaço mínimo da nossa mente. Preenche o nosso interior de vitória, alegria e descanso.

    Na cava, mais cavada, numa pouca profundeza, forma-se o lago, como histórias em operetas do LAGO DOS CISNES. O vento responsável no efeito das ondas que movimentam a água traz inspirações diversas entre versos e recordações.

    É um recanto, como sonhos, nunca vividos e na descoberta, visitantes passam nas passarelas do gramado em passos lentos, trazendo na esperança o desejo de viver e edificar o vazio da mente, tropeços em forma de cansaço.

    Quiosques de teto em réplica oriental se faz de abrigo, rodeados por bancos cimentados, quase cadeiras à vista de uma panorâmica geral desse jardim.

    Uma ilha, chegada por umas travessias  e marco, eleva-se ao ancoro do habitat de patos, marrecos, gansos, como se servissem de trampolim aos seus mergulhos de aves nadadoras.

    Canteiros em forma de círculos demarcados por pequenos arbustos em podas sistematicamente cercam belas flores, embora em alguns se perceba vínculo de uma estiagem seca e sofrida. Árvores de várias espécies, floridas, misturam-se aos coqueiros com flores e frutos em divisa de alambrados de arame, como limite do perímetro desse mesmo local.

    Bancos acolhedores com espaldar de encosto faz o convite para o descanso, meditação, observação à elevação do EU SUPERIOR. Nos barrancos, a grama verde é a segurança de possíveis erosões da área construída ao merecido lazer do cotidiano.

    Grandes viveiros moldam a complementação dessa empolgante beleza. Recolhem pássaros de muitas famílias, entoam cânticos numa sonoridade bela e natural. Há também revoadas de pombos com seus recursos e amparo  dos tetos que cobrem os pombais.

    Gangorras balanços, gaiolas oferecem aos infantis uma saudável recreação como aos adultos; um pequeno campo de futebol com duplas quadras de esporte.

    Pedalinhos expostos em perfeita plataforma, fornecem aos usuários passeios num percurso total pelo lindo lago. Eles são acompanhados por belos cisnes, patos e demais espécies de aves nadadoras. Há opção emocionante de se contornar uma ilha arborizada e também repleta de pássaros.

    Na fachada de entrada, uma cachoeira caída por rampa, cercada por aves galináceas de família rara e até importadas. É uma verdadeira saudação de boa-vinda às propostas da visitação pública desse parque.

    Um enorme saguão com vasos cerâmicos ornamentam o espaço administrativo, sanitários para ambos o sexo, lanchonete. Os tratos conduzidos pela eficiente limpeza e conservação são impecáveis, um convite e exemplo de preservação do meio ambiente.

    Aqui fomos conduzidos ou trazidos pela serenidade ao repouso no lazer, à familiaridade com as espécies vegetais e animais até a lembrança da história, quando numa réplica perfeita de dormentos de madeira, há ornamentalmente construídos um "navio pirata" e labirintos às descobertas para um raciocínio lógicos das crianças.

    No silêncio pairado pela reflexão, sentimos a pureza do dom do poeta, do escritor, do artista. É uma tentativa de viver, sonhar, sorrir, amar e registrar pela sensibilidade a arte de viver e abstrair da vida as pinceladas dos passos no painel do dia a dia, na busca da felicidade. Um verdadeiro presente a todos aqueles que valorizam o gesto de cada existência presente em nós.

    Conscientizados, emanados de luz, chegamos nesse recinto, objetivando registrar em fotos a recordação viva desses momentos. E, as linhas fazem parte dos momentos através da linguagem escrita das palavras.

    Agradecidos pelos belos momentos da vida que nos cabe, na leveza da alma ao contato natural estamos incluídos em um lindo e acolhedor lugar. Ele sempre será:

     

    UM  RECANTO ... UM  SONHO

     

     

    Autor: Prof. RODOLFO GASPARI



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 21h00
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    O CONCERTO DAS ÁGUAS

                                    O  CONCERTO   DAS   ÁGUAS

                                                                               

                    A MÃE NATUREZA, aqui me trouxe, porque ela é o próprio DEUS. Em seu barranco, mais abaixo, a água corre. A sonoridade mansa e calma da água, um tanto marrom, entre margens de verdes arbustos e gigantescas árvores sintoniza melodias fantasiadas de múltiplas presenças de seres invisíveis.

     

       

                            O som da água cria uma sinfonia de PRANTOS e até de AMOR. Os insetos são a platéia e as cigarras entre gorjeios de pássaros fazem a instrumentação da PAZ.

     

                            As espécies aquáticas dançam, desfilam, como se rodassem para as desovas. Com o movimento, semelhantes bailarinas, porque o som, um tanto distante é o convite a um grande majestoso baile.

     

     

                            Famílias diversas de trepadeiras, em verde degradê, são as corbelhas ornamentais desse CONCERTO MUSICAL NATURAL, mas sem serem fictícios, é um arbusto imaginável aos recursos da nossa audição.

     

                            Convidados fomos para sentar num TRONCO RETORCIDO, esculpido pelo DOM DE DEUS. Ele sai do barranco, direcionado a um trilho. Encantadoramente serve de "banco". Ele sobressai com muita soberania, mas sem exibicionismo e superioridade. Nele já passaram até inúmeras formigas que também nos respeitam, desviam de nós, porque a NATUREZA é unânime no respeito de todos os seres vivos. E nós, nesse convite estamos usufruindo saindo beatificados, agradecidos, premiados...

     

                            E o CONCERTO, do SOM D'ÁGUA continua entre reflexos dos raios solares que numa delicadeza invade todo esse espaço num IMPROVISADO BANCO, responde-nos:- Não estás só! - Não nos visitou, já estávamos à sua espera, porque queríamos que se CURASSE DA SUA TRISTEZA, VAZIO... - No longínquo amanhã surgirá o momento de crescer, sonhar e evoluir. - SOMOS O PRÓPRIO DEUS AO SEU REDOR!

     

                            Agora, como a um ensaio, as cigarras entoam melodias,enquanto em NOSSA ALMA, pronunciamos também a CANÇÃO NA BUSCA DO LOUVOR AO PAI!

     

                            No barranco que desce abaixo, os troncos das árvores se estendem na busca dos raios da luz do sol, tanto quanto, de MUITAS LUZES, nós precisamos.

     

                            Vejo como figurante da LUZ NATURAL, entre os galhos verdes, uma artificial, como se ali a chama da positividade me envolvesse sensivelmente ao esplendor dessa PLENA NATUREZA.

     

                            Não há divisões de pensamentos, somente muita CONCENTRAÇÃO, diversas PROJEÇÕES com o barulho da correnteza da água que bem lá embaixo corre suavemente.

     

                            Sonho... vagueio... Inspiro no mais ELEVADO SENTIMENTO DA CRIAÇÃO e da EMANAÇÃO que recebo.

     

                            O TRONCO RETORCIDO  que ainda me serve de "banco"me diz: - VOLTE SEMPRE! - ESTAREI À SUA ESPERA NO MEU DIVÃ DE LUZ E PAZ!

     

                            Retirei-me... à minha ESTRADA DE VOLTA! Pensei:

     

     

                            NEM  SEMPRE  CONSEGUIMOS  VOLTAR  AOS  LUGARES  QUE  NOS  CONDUZ  A  PAZ! NEM  SEMPRE  SOMOS  PRIVILEGIADOS  PELOS  MOMENTOS  DIVINOS!...

     

     

    Autor: Prof. RODOLFO GASPARI



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 20h10
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    O AMOR

    O       A   M   O   R

     

                                                                         

               

    O HOMEM contemporâneo, pese o avanço tecnológico que lhe proporciona mais conforto e prazer, se vê intrigado, aridez íntima, amarguras imensas e profundas, alegria e esperança. Quando não se entrega ao desânimo ou à revolta, se deixa levar pelo fogo das paixões e se entrega ao sexo em desvario, rotulado pelo AMOR.   Muitos descorajados e sem disposição para amar se sentem frustrados e decepcionados.

     

    O que é  o AMOR?

    Sexo e AMOR têm o mesmo significado?

    O AMOR pode auxiliar o HOMEM na solução dos seus graves problemas?

    É possível AMAR A VIDA, mesmo assoberbado de lutas e dores?

     

    O AMOR é o estágio mais elevado do sentimento. O HOMEM, somente atinge a plenitude da vida quando ele AMA. Enquanto anseia e busca ser amado, foge da responsabilidade de amar e padece infância emocional.

     A expressão AMOR sofre a desvalorização do seu significado para experimentar a decomposição do tormento sexual, que não passa de instinto em desgoverno.

     Sem dúvida, o sexo amparado pelo AMOR caracteriza a superioridade do ser facultando-lhe harmonia íntima e perfeita intercâmbio das aspirações elevadas de si mesmo e dos outros.

     Quando o desânimo abatido pela solidão e incertezas, perguntando ao AMOR, a trilha que se deve tomar, sempre o AMOR responderá com sabedoria como prosseguir, não obstante o céu nublado e os caminhos refeitos pela perplexidade e pelo pavor.

     Se sentimos  a insensibilidade íntima e sombras carregadas de desencantos para o início do exercício do AMOR, entre os que sofrem através da gentileza, passando do estágio da amizade; poder-se-ia dizer que estamos descobrindo a realidade do AMOR em elevação da tranqüilidade da alma.

     Se o céu dos sorrisos está com as estrelas apagadas de alegria, devem-se AMAR, assim mesmo, outros corações estarão claros, percebendo que todo aquele que irradia luz e calor, se aquece e ilumina...permanecendo feliz em qualquer circunstância.

     

    HAJA, POIS, O QUE HOUVER... AME SEMPRE!

     

    Há uma necessidade de se AMAR a VIDA, conforme os programas existenciais podem apagar a chama da alegria antes que  se consuma o combustível do AMOR, porque cada experiência merece muito respeito. As positivas devem oferecer substâncias para  que sejam repartidas e as outras mais dolorosas, merecem ser examinadas nas suas causas, afim de que, não necessitem retornar. Há um dever de se considerar a dor como dádiva de salutar efeito para o progresso  do PURO E VERDADEIRO AMOR.

     Desgraça real é o desconhecimento dos objetivos superiores da existência sem  chama iluminada do AMOR COMO BÊNÇÃO!

     Não poucas vezes, as lágrimas decorrem-se do ATO FIRME DE AMAR E SONHAR OU DE NUNCA TER AMADO.

     A descoberta do AMOR À FRATERNIDADE PURA À RELIGIOSIDADE, em forma de "dogmas" é uma patente na sua existência: ama-se ao próximo em geral, ao amigo, ao carente, necessitado, deficiente... como em todos os momentos de si mesmo.

     Quando se SEMEIA O AMOR na busca e conclusão que somos possuídos pela FIDELIDADE DO AMOR é que descobriremos o VERDADEIRO ATO DE AMAR.

     O AMOR ADOTADO PELA SOLIDÃO (mesmo não acreditando nisso...) é a prova concreta, quase vazia de arrebanhar algo nunca existido no interior de cada "EU". À primeira vista o AMOR É ILUSÃO porque antes pensávamos estar com a arte cativa às virtudes da FACULDADE DE SE SABER AMAR.

     A CHEGADA DO VERDADEIRO AMOR, no propósito íntimo, sem oportunismo é o desespero à vontade de viver  e se doar. Ele queima e irradia, ele machuca, mas oferece os destinos de se continuar ao sabor da PLENA FELICIDADE. É a entrega total, cega, desvairada, uma corrida de planos sem fantasias e sim, PURA REALIDADE.

     Quando do AMOR ferido, traído... é a definição de não edificação dos gestos e atitudes alheias no preparo da própria consciência ao EXERCÍCIO DO AMOR.

     O AMOR à entrega do ENVOLVIMENTO DA ALMA AO CORAÇÃO, praticamente é o desejo por se descobrir nas qualidades do próximo o IDEAL SUBLIME DO AMOR. Aí ele é dádiva patente, a elevação do "EU SUPERIOR", é o sangue pulsando nas próprias veias, como ALIMENTO DO AMOR.

     

    Na procriação, o AMOR é a continuidade das gerações, à hereditariedade... o fruto pela  semente germinada de DOIS EM UM SÓ SER ENVOLVIDOS PELA FORTALEZA DO AMOR. É o selo na recordação que do AMOR VERDADEIRO NASCE O FRUTO ou é o presente de se almejar UM FRUTO GERADO PELO AMOR.

     Não podemos recuar, porém, nos propósitos superiores da ESCOLHA DO AMOR, sob quaisquer circunstâncias, precisa AMAR A VIDA e aprendermos a TÉCNICA DE SER FELIZ!

     

    Concluímos:

     

    HAJA, POIS, O QUE HOUVER...AME SEMPRE!

     

     

     

    Autor: Prof. RODOLFO GASPARI

    FOTOS :BUSCA VIA INTERNET



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 01h51
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    IDAS E VOLTAS

                 I D A S   E     V O L T A S

     

           Em todos os espaços há um momento. Após muito análise e ter cumprido uma agenda chamada CRONOGRAMA DA VIDA, somos até com certa formalidade chamado a participar dele.

    Em uma enorme fila de espera, mas a nossa vez chega, porque o desejo é todo nosso, é eminente e muito respeitado.  

    Essa GOVERNADORIA GERAL fica numa linda colônia, onde os olhos humanos, jamais conseguem  enxergá-la e, somente outros olhos, o da alma,se deliciam dessa beleza: há flores, muita luz, paisagens, riachos; fontes de água límpidas, suaves cânticos, mimosas figuras angelicais. Tudo muito lindo! É um logradouro de PAZ! Nós, até nos momentos indecisos, vacilamos:- EU FICO OU VOLTO? Esse local é um PLENÁRIO DO NOSSO LAR, sem nenhuma política administrativa, mas respeitadíssimo, porque a  opção de cada um, é uma lei, apenas recebe a complementação de tarefas cumpridas. Consta dessa repartição, INFINITOS ARQUIVOS, tanto quanto, do infinito que somos pela  alma. E, aí temos que passar porque a LEI MAIOR DE DEUS está nesse  PLENÁRIO DE JULGAMENTO. A banca dos jurados não impõe os nossos direitos e deveres, apenas ouve o nosso desejo.

           Eles desfilam em um enorme "visor", sem nenhuma informática a nossa biografia. Assustamos! Que vida longa nós temos e tivemos!... Tantos foram os milênios que tudo foi esquecido e apagado e num MILAGRE, retrocedemos. Vimos cada passo, gesto, falha, lágrima, sorriso, pecado, angústia, geração, família, profissão... E, uma por uma, da nossa passagem vem deferida ou abonada. Porém nem sempre, aquelas mais ou menos distantes, agora, num estado de consciência, chama atenção: - Aí eu falhei! Não cumpri! Eu adquiri uma grande DÍVIDA!

    É no momento preciso de uma grande opção, que lá, é chamado de LIVRE ARBÍTRIO. Logo, somado ao nosso desejo livre, vimos no dever de saldar as nossas dívidas ou missões nos bancos de pouso dos anais da VIDA  PLANETÁRIA.

    Elevadas FIGURAS DE DEUS fazem a pergunta: -VOCÊ RENUNCIA? Ainda nos explicam com muito detalhe: - o desfile  nas ESTRADAS DA TERRA é o local da regeneração, do deixar pago todos os mínimos defeitos e até perfeições desse passado remoto. E lá, o BERÇO DA EXPIAÇÃO, como uma prancha do alto para os abismos. E, somente se corrigirá, resistindo mais uma vez entre os perigos e sua própria corrigenda.

    Somente se SALDA AS DÍVIDAS com o trabalho e ele, concomitantemente ao seu próprio equilíbrio trarão os bons frutos, felicidade, reencontros prazeres, miséria, até riqueza do amor mais puro que é o FRATERNO, respeitoso, enviado pelo PAI através das lições do seu filho chamado JESUS!

    E qual o seu almejo? - Então busque a partir de agora, a TERRA que é toda sua! -Procure nos seus personagens, a localização da sua figura para um aprimoramento feliz, porque nossa LUZ, lá continuará, basta os seus olhos enxergarem resplandecida como RELIGIOSIDADE da qual aqui emitimos.

    Depois de toda essa lição e amparo respondemos pelo mesmo LIVRE ARBÍTRIO existente em nós: -EU RENUNCIO! EU  VOLTO! - Eu submeto às provas porque delas eu conscientizei as minhas DÍVIDAS ANTERIORES. Hoje eu posso ter uma importante missão: trabalhar, submeter, mas auto-avaliar...

    Pelo próprio esclarecimento é que nesse momento passamos a certificar da ETERNIDADE DA CARNE, em troca das INFINITAS VIDAS de que somos possuidores através da ALMA.

    E, numa análise profunda, verídica, na figura de um SER HUMANO e de IDAS E VOLTAS, vamos saindo desse PLENÁRIO, acompanhados ainda sem o PASSAPORTE para o vôo dessa viagem de volta, mas já escolhida uma NOVA VIDA TERRENA, ela toda planejada, pré-estabelecida, sem nenhuma coincidência ou descobertas como acasos.

    Dessa GOVERNADORIA DIVINA E DE LEIS MAIORES somos recolhidos para uma moldagem perfeitíssima, registrados o TUDO QUE SEREMOS no futuro como figurantes terrestres: nossos pais, filhos, companheiros, amigos e inimigos, dons, dívidas, dias perenes ou sofridos, surpresas, doenças, reencontros...

    E em cada resumo, sempre adicionado, multiplicado, repartido, nunca subtraído. É a base pré-estabelecida às nossas propostas de REMISSÃO e RENÚNCIA.

    Lá um dia, já anestesiados pela inconsciência e esquecimento, como respeito da própria EXPIAÇÃO DA TERRA recebemos tudo bem organizado nos planos pela auto-escolha: A PASSAGEM DE VOLTA!

    Desprendemos num vôo bem assistido e seguro como a um sonho de PAZ e LEVEZA... aportamos aqui na TERRA. Daí  a própria vida, no seu transcorrer é transformada em um livro com muitas páginas de registros, baseado de muito trabalho e luta. Somente confiando, amando, desejando, acreditando, esperando, espalhando concórdia, ofertando, sofrendo, sorrindo, chorando, esperançando, analisando...e, tendo muita FÉ, a mesma que existe em DEUS NOSSO PAI.

    Nós, todos os filhos da TERRA, e de OUTRAS DIMENSÕES, não fugimos dessas regras. Nessa decolagem de volta escolhemos nossa data de chegada, ano e século, como o mesmo marco daqueles irmãos que nos aguardam e também já se aportam nesse mesmo PLANO TERRENO. Voltamos sem dúvida, para construir, mesmos esquecidos por curto período de quem fomos no ontem, um verdadeiro estado de inconsciência.

    Todo nosso LIVRE ARBÍTRIO se espalha porque ninguém vive sozinho e entre passagens estamos juntos nesse trabalho de edificação com meta de saldarmos nossas dívidas, incluídas na nossa MISSÃO DE VOLTA.

    Estamos incluídos entre todos os entes queridos, na figura dos nossos familiares, filhos e amigos, porque no pretérito, ancoramos sempre UNIDOS NA TERRA. Sim, sem nenhuma perfeição, mas muito respeito, amizade, solidariedade e irmanados na FÉ e no AMOR no mesmo CRISTO e seus ELEVADOS ENSINAMENTOS.

    Da GOVERNADORIA GERAL, incluimo-nos ao nosso PERSONAGEM DA TERRA e que há tempos tivemos pela nossa própria escolha toda convivência, reflexo de estima, consideração aos alheios e muito AMOR FRATERNO.

    Sempre será tempo para construir, mas nessa estação de espera do trem que nos conduz às nossas IDAS E VOLTAS.

    E, quem nos oferece tudo isso? -DEUS, nossa FÉ..., porque acreditamos muito NELE!

    Fazemos parte dessa COMPLEXA TRAJETÓRIA, porque somos FILHOS DE DEUS e ELE estará hoje e sempre trazendo MUITA LUZ, PAZ e FELICIDADE!

    Procuremos em todos os momentos das nossas PROVAS ou DÍVIDAS conscientizarmos desse importante pensamento:VOLTEI!  PERMANECI!  AMANHÃ EU  VIAJO!...

     

     

    Autor: Prof. RODOLFO GASPARI

     

     

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    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 17h20
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    SAUDADE

    S  A  U  D  A  D  E
    A rapidez do tempo, ao aconchego da vida, tramita na calma, a dor da SAUDADE.  Vagueia no intelecto desenvolvido dos sonhos, sinônimo de ficar lá atrás a alegria ao sofrimento.

    Dizemos viver, sonhar, vagar, prosperar, angustiar e amar. Dos olhos ao interior do EU, à volta do ontem, como a infância imatura, sem propósitos do futuro. Chega o momento do presente como a certeza do acalanto da dor.

    Comunga o viver na união entre a solidariedade da passagem sem rumo, na perspectiva do agora. E, é nele, que a síntese  da reflexão, deduz a conclusão de se estacionar no tempo do pretérito. O passado sem retrocesso, a vivência na convivência da experiência, regride intensamente no desperdício do mal conviver  para o inconsciente da busca sem volta.

    Estaciona sem o bálsamo para acalantar a leveza da felicidade, sem troca para a angústia. E, ela chega! Doída, esmagadora, infértil, sofrida!

    QUE  SAUDADE! - Dos tempos corridos ligeiramente no relâmpago do hoje como o vendaval a destroçar o existente. Ela abate sofridamente! Envolve a solidão sem meta. Desencadeia na lágrima o desabafo, quando  outrora no sorriso regava as forças de conciliar no EGO à ilusória felicidade: DE NÃO SE PERDER, EDIFICAR, APRIMORAR, GANHAR, SORRIR E VENCER.

    O horizonte na estampa da aurora ao crepúsculo é a imaginação à retrospectiva do  ontem na ausência que ELA chegaria.

    Agora o presente vivo, amadurecido, traça as linhas e bem à tona a flor perde o seu perfume, a sonorização da melodia desencadeia, o sol transformado em penumbra perde o seu vigor, brilho, a alma sem luz aclama: SAUDADE!

        Da água mansa, límpida, refrescante, pura, potável.

        Do ar saudável, oxigenado pelo verde do refazimento e inspiração.

        Da produtividade da vida aos frutos dos entes regados pelo amor.

        Da fartura dos sonhos na meta da realização íntima pessoal.

        Das retretas do coração pulsando em  versos à certeza do prazer à vida e ao sorriso.

        Da juventude ao acalanto de nunca se envelhecer.

        Da semente ao sabor do fruto da bondade.

        Da religiosidade à fé da esperança.

        Do remoto passado ao avanço da dor do presente.

        Da fantasia da vitória para o fracasso dos ideais.

        Da linha do destino à vasta ilusão da. felicidade.

        Do adeus com a volta do regressar

        Da saúde à enfermidade para a morte.

        Dos trilhos abertos às estrelas para as alamedas da vida sem saída.

        Da infância ao concretismo da realidade de ser adulto.

        Da fidelidade humana para a traição do submundo.

        Da fertilidade para a procriação da natureza  à devastação da destruição.        

        Da liberdade, da paz, da ordem ao ódio da guerra.

        Do berço da família à desunião dos filhos.

        Dos pés descalços aos rótulos da incorreta proteção.

        Da brisa calma, sonhadora para o vendaval da tristeza.

    Somente no horizonte infinito da SAUDADE os mínimos raios iluminados da satisfação, quando nas horas vivenciava prazerosamente os momentos belos sintetizados no AMOR DA PRÓPRIA VIDA.

    Ela não dá passagem, fica, machuca, lacrimeja os olhos, evidencia os desesperos, edita recordações, detalha o belo para o recolhimento. Caleja o interior! Faz refletir o sensível, retrocedendo os espaços... todos os momentos e horas.

    Nos instantes da INTERIORIZAÇÃO, ela é a permanência da época, do drama, da história humana, dos conflitos, porque não abstrata, concretiza o hoje para as marcas do amanhã.

    De passo a passo no POSITIVISMO da sustentação do EQUILÍBRIO é o símbolo da existência secular, porque sempre será uma verídica:

    S  A  U  D  A  D  E !                        Autor: Prof. RODOLFO GASPARI

     

     

         

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 21h13
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    BRINCANDO DE VIVER

                      

              BRINCANDO   DE   VIVER  

     

     

    E, o menino, a exemplo daquela criança peralta deixada pela repressão, no amontôo do canto, sonhando com pião em suas mãos, sem cordão, como na inexperiência de ser um ser que na real deixaria distante aquilo que precisaria  crescer.

     

    E, o menino, na fantasia sem fadas, nem estrelas, mas fazendo cintilar do seu condão, vagueia no recolhimento proibido de descobertas, sendo coberto, parecido, protegido, na posse de ríspidos tutelares.

     

    E, o menino,   sem infantilidade, nem bolas de gude,torrões de barro sob as unhas, de perfil lindo, porém retido desabrocha na vida, mesmo envolto nas imposições do proibido, mais possuído às entranhas de adultos que nunca foram  crianças.

     

    E, o menino, sem cavalos de pau, pedala com os pés, não sabe o que é catraca, tão menos duas rodas sob um guidom.

     

    E, o menino, sem papagaio e nem pipa, observa no ar uma linha estendida no seu próprio horizonte; direções às tomadas e retomadas.

     

    E, o menino, por trás do portão como mourão, vigia com os olhos, auto indagação de um mundo de dentro para fora.

     

    E, o menino, nos toques sublimes, distribui  pela beleza, sua dosagem de indivíduo mesmo distante dos caminhões que pouco enxergou os "zinhos" dos caminhãozinhos.

     

    E, o menino, quase um adulto maduro em miniatura caminha pausadamente na prisão de quatro paredes; não usa estilingue porque pedras não são usadas em almofadas de macios algodões.

     

    E, o menino recolhido, imposto... cresce, torna-se um herói sem o super, por seus próprios punhos, moldado pela sua personalidade,sem braçadas, desfiando ondas do bem viver, construir, evoluir, vai além!...

     

    E, o menino, brincando consigo mesmo transforma-se em um homem, pés firmes no chão, equilibra com os pés nos gestos das mãos, a sutileza de um corpo simétrico ao luxo da música, busca a voz à beira de um bailado.

     

    E, o menino, como interprete, vivenciando emoções, incorpora corações alados, súditos reis, pobres mendigos, ricos prazeres...  já... um menino artista.

     

    E, o menino, vence barreiras, oculta sabedoria na sapiência da inteligência; corre aos campos acadêmicos, aperfeiçoa, vira um pássaro de asas enormes, sobrevoa pela mente a força do pensamento... aprende pela faculdade da vida, viver rumo ao seu próprio destino.

     

    E, o menino, transforma-se num gigante muito rapidamente; dança pela vida, porque aprendeu consigo mesmo que o palco é tão somente dado ao luxo de alguém que vem como artista, ato por ato fecham-se as cortinas do seu cotidiaano.

     

    E, o menino, no seu peculiar carinho, riquíssimo de amor como um sonhador, olha para os lados, para o alto, almeja um cupido numa flor, na sua congênita bondade, afetuosa e pulsada vida de se doar.

     

    E, o menino, carregando sensibilidade, chora pelas perdas, no abandono desconhece que a traição é o erguer, o ganhar, não deixa apodrecer,  porque não se contaminou com os mofos, mesmo sendo rodeado pelos podres.

    E, o menino, alma limpa, sonha... dança com a vida, alegra com a música, leva nos passos todos os compassos, apontando dias  inesquecíveis porque  sua vida se resumia num palco.

     

    E, o menino, se recolhe no seu camarim, olha no espelho, como antes no seu lar de menino. Transporta para um outro espaço, com passos lentos, afasta-se dos seus passos. Imaginou não ser mais o artista, tanto quanto, o sacerdócio que almejava, mas na profecia da alma trasnformada em arte sempre será o mesmo do palco da vida, da luta... a semente mágica na ciência do seu "eu infinito" de um grande educador.

     

    E, o menino tornou-se estrela, gravita suavemente no angélico de leves plumas que o destacou nas alegorias do seu  mundo.

     

    E, o menino, sonhador poeta... soube ser o presente lapidado de bondade, ingenuidade de um sempre indefeso menino.

     

    E, o menino, concomita com o amor, criação bela de grande descoberta mútua: o bem querer e amar, sentimento valioso acrescido aos afins do seu "eu".

     

    E, o menino, irradia na emanação da alma a comunhão de um adulto menino, faz gerar o amor   para o amor; a vida para os sonhos; o bem estar para o horizonte direcionado ao arco-íris do seu destino.

     

    E, o menino, BRINCANDO   DE   VIVER    na prosperidade, aprendeu que tem o seu dia especial... de um festim... de uma aurora amanhecida de mais um ano vivido às portas abertas junto de outro que se adentra em sua vida. Não lhe basta merecidos presentes, porque o seu próprio caminho no marco do seu aniversário representa símbolos de uma retrospectiva de uma vida, bem vivida, para o seu aprendizado evoluído.

     

    E, o menino, é um OLÍMPICO, ergue na chama da liberdade as luzes que o faz apagar em todos os anos... MAIS   UM   ANO  DE   MENINO!

     

                      

     

    Autor: Prof. RODOLFO GASPARI

     

     

    Ilustrações da página: fotos colhidas via internet



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 02h16
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    DESCOBERTA

                                             

                                   D  E  S  C  O  B  E  R  T  A

     

     

     

       Sabemos  que  escrever  SENTIMENTO,  na  sua  forma  mais  ampla  possível  dos verdadeiros,  é  muito  difícil,  tanto  quanto,  conduzí-lo  também.

     

    Por  mais  que  busquemos  os "porquês",  temos  como  retorno, lógicas  que  especificam as mesmas  características  de   como  somos  e  não  aquilo que   gostariam  que  fossemos.

     

    Na  escala  do  nosso   cotidiano,  às   vezes  temos   surpresas,  não como  simples  passagem  e sim,  pela  simplicidade,  quando  o nosso  interior  é tocado.

     

    Nas  adequações  mais  singelas ,  tentamos  descobrir  no  oculto  de  que nos   faz  parte, DESCOBERTAS,  quando  antes  sentíamos  algo  apagado,  quase  extinto  dentro  de  nós.

     

    Um   amontôo  de  indagações  criamos   sem  nenhuma   fantasia  porque  a  pureza  da  alma  nos   difere  de  tantos  outros  passantes  no trampolim  dos   nossos  difíceis  dias  vividos.

     

    Tentamos   rodear,  remediar,  refletir...  no  medo  daquilo  que  nos  vem   do  coração,  emitido  pela  sinceridade,  uma  constante   existida  dentro  de  nós  e,  que   tão   somente  o  tempo  poderá  responder  pelos   impulsos,  entregas  e  até  desejos  no  mais   elevado  nível  de  afinidade,  voltada  à fidelidade.

     

    Na  coragem  de  pronunciarmos:  - É   EXATAMENTE   ISSO  QUE   ALMEJO,  distancia  da  conquista  e  também  do  assédio  dos  fracos.

     

    Somente  aos  românticos   na riqueza  de  todos  os  extremos   de  nossa   vida  é  que  estamos  localizados.   Sempre  com  vagar,  na  espera,  na expectativa  do  nosso   dia   a   dia...  entre  uma  multidão ,  alguém  figurante  brilha  em nós... quase  um  toque   dado  da  alma  para  o  coração.  Volúveis  talvez  sejamos,  enquanto  mais  alta  brota   uma  chama  especial  em  nós.  Passamos  admirar,  observar  os   gestos  na espontaneidade,  até na  bondade.

     

    Por  isso,  junto  ao  eminente  respeito  a  qualquer  individualidade  podemos  revelar  que  somos exatos  nas  nossas  escolhas  seletivas   sem  escusas  de  erros ,  mas  MEDO   DE   AMAR!

     

    Encontrar  pessoas   iguais  é  quase   impossível   acontecer,  porém,  identificação  recíproca  é  uma  exatidão  da  verdade.  Jamais  esconderemos  nossos  comportamentos  quando  sentimos  ser  diferentes  em  nossas  buscas  de  um  encontro   ou  reencontro.

     

    Alguém  pode  gravitar   nessa   constelação   da   AMIZADE,  incluída  como   pessoa  rica  que  podemos  descobrir.   Não  sabemos  o  que  poderemos   fazer  de   uma   chamada  AMIZADE  COMO   ELO  ou  muito  mais  além  dela...   Quem   sabe  na  igualdade  dessa  pureza  estamos  tendo  em  comum  quando   sorrisos  diferentes  estão   reservados  como  DESCOBERTAS.   Identificando-se  com  isso  um  certo   poeta  escreveu: A  SOLIDÃO  SOMENTE   ABATE   ÀQUELES   QUE   EVITAM  ENXERGAR   NA   MULTIDÃO   ALGUÉM  QUE  NOS   ESPERA.  Refletindo  sobre   essas  sábias   palavras  concluímos  que  REALMENTE   SEMPRE  SEREMOS   NO   ANONIMATO   UM   ALGUÉM...

     

    Traduzindo   uma   gentil  amabilidade,  compreensão,  dedicação,  sabedoria   nesse   extremo,  podemos  estar incluídos  através   de  forte   intelecto   à   uma GRANDE  AMIZADE  quando chegada   às   propostas  sadias,  sinceras... até   ingênuas...  são   reservas   prósperas   de   pureza,  responsabilidade.

     

    No  ombro  amigo,  contados,   dias   futuros,  serão  proporcionados  na  reciprocidade  de  valores,   um  CAMINHAR   DE   MÃOS   DADAS  na  SINCERIDADE, quando  a  carência   afetiva   é   um   diagnóstico  de   tristes  dias   vividos,  até  perdidos.

    LAPIDAR   A    HONESTIDADE    É    DIFÍCIL  COMO   UM   COMPLEMENTO   DA   CONFIABILIDADE.   

     

    Ninguém   almeja  simplesmente  pousar  em  alguém  que  possa  habitar  em  um   interior  vasto  de  ofertas  e  sim,  PERMANECER    EM   ALGUÉM!

     

    E   nada  mais  óbvio   ESCREVER   SENTIMENTO   É   MUITO  DIFÍCIL!   Ele  representa  uma  faculdade  que  ninguém  tem,  apenas   vem   como   um   convite  em  se   candidatar   no   próprio  ESTÁGIO   DA   VIDA    E    DE    VIVER!

     

     

     

     

     

    Autor: Prof.RODOLFO  GASPARI

     



    Escrito por Prof.Rodolfo Gaspari às 15h30
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    VIAGEM À TRANSFORMAÇÃO

                                      VIAGEM  À  TRANSFORMAÇÃO

     

     

                             Submetidos estamos num habitat, entre muitas colônias; resumidas comunidades  como o próprio envolvimento chamado VIDA.

     

    Cientes que "NA CASA DO PAI EXISTEM MUITAS MORADAS", somos merecedores, presos, conscientes no compromisso daquilo que nos faz VIVER PARA A VIDA.

     

    Na simetria chamada anatomia, entre os seres vivos, está o HOMEM, fazendo parte de partículas, tanto quanto, as moléculas se somam à perfeição. Cada um com o seu merecimento, trabalho, luta, sacrifícios,vícios, exigências, carinho e principalmente o AMOR UNIVERSAL E FRATERNO.

     

      Quando tudo se completa, dirigimo-nos num campo de trabalho que é a COLÔNIA DA FAMÍLIA. Doados pelo amor, num plano mútuo geramos os frutos constituídos pelos filhos. Alguns expostos a um berço de ouro, outros abandonados e ainda mais além, sofridamente aqueles pela exigência são impostos numa hierarquia  a exemplo de reis às combranças sobre os seus subordinados.

     

    Ficamos muitas vezes numa ilusória, imaginando que lares são perfeitos templos de anjos de sabedoria. E, na medida que o tempo vai passando, criamos um laço, no BERÇO DA  TERRA, plano não nosso, mas desejosos por comandar como um excelente pai, uma mãe Maria, filhos sem falhas, distantes de corrigendas, porém, repletos de descaminhos pelo oposto da perfeição para imperfeitos que sempre seremos.

     

    Esquecemos das pestes ínfimas... quando elas se tornam a lança das nossas derrotas do próprio extermínio da Terra. E, o HOMEM é uma parcela para aqui permanecer, simplesmente um presente para aprender, evoluir, prestação de dívidas, sacrifícios e mudanças, muitas vezes radicais, assustadoras!

     

     

       Conseguimos através do comportamento do alheio, mais próximo, nossas próprias correções, porque cada ser é único desde o seu princípio ao rompimento e pousada na Terra.

     

    Esquecemos de admirar os lírios do campo, as sementes que disseminam, da água que corre nos rios e mares, dos pássaros na leveza do vôo e até do verde que respiramos. Não conseguimos atingir o nosso infinito, porque o azul do além, mesmo com a negritude da noite  vimos somente estrelas apagadas.

     

    Vamos paulatinamente vivendo... vivendo... nunca aprendendo a vida como uma faculdade, ela é a escola daquilo que somos e não o que almejamos ser: GRANDES! Nessa pobre e infeliz fraqueza, no absolutismo, vamos perdendo as forças, até a razão; com os olhos vendados ESQUECEMOS DE VIVER. Aí ,os que nada compreendem ferem-nos  no anonimato, na maldade, na presunção e orgulho. NUNCA HAVERÁ SORRISOS NOS QUE SE CALAM INTERIORMENTE.

     

      Porém, a DIVINDADE DO AMOR, não desanima... permanece! Sempre haverá aquele que ainda poderá abraçá-lo ao coração e depois à alma. ALMA, aquilo que é eterno, enquanto a matéria se decompõe para o pó! ALMA, soa com a morte: de um amigo, um ente querido, um velho asilado, do abandonado, do cego, do paralítico, de um animal, até um apagado galho de uma árvore secando... ALMA, quando agradecidos entregamos no túnel chamado VIDA PARA MORTE, alguém em especial, deixando anulada a TRISTEZA e fazendo permanecer a linda SAUDADE como sinônimo das boas e até das más recordações. Somos um complexo, porque não queremos entender nada, às vezes, somente exigimos e cobramos.

     

    De repente num raiar de um novo dia e na lápide um nome que se apagou, mas que permaneceu em nós pelo reconhecimento no gravitar da nossa vida ou até mesmo aquele que não deu impulso para vivermos.

     

    Somente o consolo das LÁGRIMAS minado do coração, lavará nossa alma.

     

       Chegamaos à TRANSFORMAÇÃO, porque a LEI MAIOR DE DEUS nesse momento nos traz a prova que dessa COLÔNIA TERRENA TEMOS QUE FECHAR A PORTA DA VIDA PARA OCREPÚSCULO DA MORTE. Apagamo-nos... dormimos... para que a ALMA ACORDE nas pousadas de outras colônias muito mais serviçais, porque chegaremos de VOLTA ÀCASA DO PAI, bem perto do seu seio de sabedoria,verdade. De lá EMANAÇÕES  vêm  até nós, que um irmão que possa falecer tenha cumprido o seu dever de FILHO DA TERRA para o ser a OVELHA QUE RETORNOU À CASA DO PAI.

     

    E a VIAGEM?

     

    - Ela se cumpre, é programada, um FALECIDO VOA PARA O INFINITO e depois o que ainda resta são os que ficaram para abraçar a calma,perspicácia, benevolênica, o carinho para o ápice da aceitação e numa somatória a UNIÃO. Somente assim, entenderemos porquê nascemos,vivemos e morremos.

     

    Aqui, ainda quem permanece é mederecedor de MUITA PAZ, como frutos lindos daquele que se foi, que soube cultivar, seivar... sempre na CAPELA DO SEU LAR.

     

     Como dever, precisamos congratular com os que ficaram. O que partiu assumiu o compromisso voltando ao PAI para que de lá olhe e continue reverenciando a honradez de que se fazia de peculiar nele.

     

    Logo, da VIAGEM  À  TRANSFORMAÇÃO daqueles que perderam,nos convida à CONFORMIDADE, junto de DEUS E  JESUS, somente voltada à SAUDADE SEM TRISTEZA!

     

     

     

    Autor: Prof. RODOLFO  GASPARI

     

     

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    Escrito por cronicasrod às 17h58
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